Taxa de desemprego em Goiás fica em 7% no 1° trimestre

Porcentual ficou abaixo do apresentado pelo Brasil (7,9%), mas foi o maior para o Estado desde 2012.

A taxa de desemprego, medida em 144 municípios goianos, ficou em 7% em Goiás no primeiro trimestre de 2015, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada nesta quinta-feira (7). O porcentual ficou abaixo do apresentado pelo Brasil (7,9%), mas foi o maior para o Estado desde 2012, quando iniciou a série histórica. Por outro lado, o nível de ocupação permaneceu estável em comparação com ano passado, passou de 60,9% para 60,5%.

O rendimento médio real dos trabalhadores, com 14 anos ou mais de idade, também ficou estável em comparação com o primeiro trimestre de 2014, foi estimado em R$ 1.787. O valor é menor do que o estimado para o Brasil (R$ 1.840). Já o número de empregados no setor privado com carteira de trabalho passou de 1,18 milhões para 1,23 milhões em 2015, de acordo com a divulgação feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Segundo o chefe do IBGE em Goiás, Edson Roberto Vieira, o aumento da taxa de desemprego e ao mesmo tempo crescimento da população ocupada significa que a parcela com idade para trabalhar conseguiu ter aumento superior às demissões. Isso de acordo com dados inéditos disponibilizados sobre emprego pela PNAD Contínua, indicadores que serão divulgados com periodicidade trimestral em substituição as atuais Pesquisa Mensal de Emprego (PME) e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

 

Fonte: O Popular