Dilma promove o achatamento das aposentadorias e da qualidade de vida

Número relativamente baixo, que não promoveria impactos nos cofres, em relação aos 28 milhões de beneficiários.

Dilma, mais uma vez, virou as costas para os aposentados, pensionistas, idosos e trabalhadores - que um dia irão se aposentar - ao vetar a Medida Provisória que promoveria o reajuste aos beneficiários do INSS, que recebem acima do salário mínimo, estimados, atualmente, em 9 milhões de cidadãos. Número relativamente baixo, que não promoveria impactos nos cofres, em relação aos 28 milhões de beneficiários.

O salário mínimo é reajustado pelo INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que estabelece as perdas inflacionárias dos últimos 12 meses, e pode obter aumento real por meio do PIB - Produto Interno Bruto, de dois anos antes. Por outro lado, os beneficiários, que recebem acima do Piso Nacional vêm sendo reajustados apenas com o percentual do INPC. Deste modo, sem aumento real (além do INPC), quem recebe acima, ao longo dos anos, vê os valores dos seus benefícios serem achatados rumo ao mínimo.

O Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, junto com a Central Força Sindical e o Deputado Federal Paulo Pereira da Silva continuarão monitorando a situação e pressionando os políticos no Congresso Nacional, para que derrubem o veto da presidente Dilma.

É absurda a decisão da presidente Dilma. Negar o reajuste decente para os que recebem acima do mínimo é estabelecer uma política de desequilíbrio social, de achatamento dos benefícios e, consequentemente, da diminuição da qualidade de vida.

Como compreender um governo que, por meio de isenção ou reduções fiscais às indústrias, deixou de arrecadar mais de 75 bilhões de reais; porém, na hora de valorizar o bem-estar dos cidadãos não promove ações para melhorar a vida da Terceira Idade?

O Sindicato Nacional dos Aposentados estará atento às votações no Congresso e, sem dúvida, os 28 milhões de aposentados e pensionistas lembrar-se-ão de todos os políticos que virarão as costas.

 

 

Fonte: Força Sindical