Sindicato denuncia violência do crime e omissão de patrões e governo

Cresce a onda de ataques a carros-fortes e bases de empresas.

 O Sindicato dos Trabalhadores no Transporte de Valores e Escolta Armada do Estado de São Paulo denuncia e pede providências ao governo e patrões. Dia 23 de novembro, o SindForte parou garagens e fez passeatas em Campinas e Ribeirão Preto.

Omissão - O protesto teve forte repercussão na mídia, em todo o País, mas patrões e governo se omitiram. O crime redobrou os ataques. Dia 4, bandidos atacaram a Prosegur, em Santos, aterrorizando a região. No dia seguinte, atingiram carro-forte da TB Forte em São Bernardo do Campo.

Sindicato - O presidente do SindForte, João Passos, critica: "O Sindicato pode denunciar os ataques, cobrar segurança e amparar o trabalhador atingido. Mas o poder maior está nas mãos das empresas e do governo do Estado". O Sindicato pretende obter audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado, a fim de furar o bloqueio da omissão governista e patronal.

Mortes - João questiona: "O prejuízo econômico dos roubos o seguro cobre. Mas quem repõe as vidas perdidas, quem alivia os feridos, quem ampara as famílias das vítimas? Quem tem responsabilidade por prevenir e reprimir o crime? Vamos cobrar segurança pública e proteção aos trabalhadores".

Fonte: Força Sindical SP