As famílias gastaram 6,3% menos no período, em relação ao mesmo período do ano anterior

Consumo das famílias cai pelo 5º trimestre seguido e recua 6,3%, diz IBGE

Com o aumento do desemprego, da inflação, e dos juros, e a queda na renda do trabalhador, o consumo das famílias brasileiras continuou caindo no primeiro trimestre. 

As famílias gastaram 6,3% menos no período, em relação ao mesmo período do ano anterior. É o quinto trimestre seguido de recuo. Nos três meses anteriores, o consumo havia caído 6,8%.

Na comparação com o quarto trimestre, o consumo das famílias recuou 1,7% no primeiro trimestre. Também foi o quinto período seguido de encolhimento. 

O PIB brasileiro registrou queda de 0,3% no terceiro trimestre em relação ao período imediatamente anterior, e de 5,4% na comparação com o mesmo período de 2015. 

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pé no freio

Um conjunto de fatores contribui para que as famílias brasileiras ponham o pé no freio. 

A proporção de desempregados na população está subindo há meses e já chegou a 11,2% no trimestre encerrado em abril. São 11,4 milhões de pessoas sem emprego, que são forçadas a restringir os gastos. 

Quem manteve seu emprego viu a renda cair 3,3% em um ano e pensa duas vezes antes de comprar um bem, à vista ou parcelado. 

Além disso, com a disparada da inflação, que fechou em 10,67% em 2015 e já acumula 3,25% em 2016, até abril, os produtos e serviços ficam mais caros. 

Também ficou mais difícil tomar um empréstimo, na medida em que os juros estão mais altos. Em abril, data do dado mais recente, os juros do cheque especial passavam de 300% ao ano, por exemplo.

Fonte: UOL

Com o aumento do desemprego, da inflação, e dos juros, e a queda na renda do trabalhador, o consumo das famílias brasileiras continuou caindo no primeiro trimestre. 

As famílias gastaram 6,3% menos no período, em relação ao mesmo período do ano anterior. É o quinto trimestre seguido de recuo. Nos três meses anteriores, o consumo havia caído 6,8%.

Na comparação com o quarto trimestre, o consumo das famílias recuou 1,7% no primeiro trimestre. Também foi o quinto período seguido de encolhimento. 

O PIB brasileiro registrou queda de 0,3% no terceiro trimestre em relação ao período imediatamente anterior, e de 5,4% na comparação com o mesmo período de 2015. 

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pé no freio

Um conjunto de fatores contribui para que as famílias brasileiras ponham o pé no freio. 

A proporção de desempregados na população está subindo há meses e já chegou a 11,2% no trimestre encerrado em abril. São 11,4 milhões de pessoas sem emprego, que são forçadas a restringir os gastos. 

Quem manteve seu emprego viu a renda cair 3,3% em um ano e pensa duas vezes antes de comprar um bem, à vista ou parcelado. 

Além disso, com a disparada da inflação, que fechou em 10,67% em 2015 e já acumula 3,25% em 2016, até abril, os produtos e serviços ficam mais caros. 

Também ficou mais difícil tomar um empréstimo, na medida em que os juros estão mais altos. Em abril, data do dado mais recente, os juros do cheque especial passavam de 300% ao ano, por exemplo.