Educação a distância auxilia trabalhador a continuar estudos e crescer na carreira

Educação a distância auxilia trabalhador a continuar estudos e crescer na carreira

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Formação Perfil da maioria dos alunos é de "trabalhadores que estudam", aponta Censo EAD.BR .

As exigências de maior qualificação no mercado de trabalho aumentaram nos últimos anos, especialmente por conta da crise econômica. Com isso, uma das formas para conseguir dar um up grade na carreira são os cursos de educação a distância (EAD). A praticidade de poder concilia horários e se aperfeiçoar de onde estiver, por meio da internet, tem auxiliado profissionais de diversas áreas. Segundo o Censo EA.BR 2016, divulgado pela Associação Brasileira de Educação à Distância (Abed), a maioria dos alunos de todas as modalidades de cursos estudam e trabalham no Brasil. Em 30% das instituições pesquisadas, mais de 75% dos estudantes de cursos regulamentados totalmente a distância têm esse perfil. Grande parte deles também está na faixa etária entre 31 e 40 anos (27%).

A idade, conforme a pesquisa, também reforça o papel dos cursos de atender as demandas de um mercado onde o profissional busca continuar a se qualificar para avançar na carreira. "Há essa necessidade, por isso quero focar para ter mais oportunidades", explica o auxiliar administrativo, Iuslan Cardoso Abdala, de 29 anos, que vai começar ainda neste mês o EAD de Gestão Superior de Tecnologia em Gestão Financeira. "O EAD dá chance para as pessoas voltarem a estudar em qualquer momento da vida e são cursos focados no mercado de trabalho", pontua a coordenadora do CensoEAD.BR, Betina Von Staa, sobre o maior volume de "trabalhadores que estudam".

Betina defende que há uma demanda reprimida grande no País. "O que mais tem é formação de professores, que já estão em serviço", ressalta. Conforme o censo, os cursos mais procurados são pedagogia, administração, serviço social, ciências contábeis e gestão de recursos humanos. Cursos livres e MBA também têm procura crescente pela busca pela maior especialização. "O mercado pede essa mão de obra, as pessoas com mais qualificação ganham espaço, quando qualifica começa a concorrer a vagas que exigem graduação, por exemplo,".  A pós-doutora em Educação e reitora do IESB, Eda Coutinho, completa que os cursos híbridos, com parte presencial, também têm ganhado espaço."A idade dos que procuram a educação a distância começa a diminuir e encontros presenciais e atividades práticas são importantes também", defende ao citar que é preciso manter a motivação do estudante. "Os jovens vão ter de conciliar cada vez mais mercado de trabalho com universidade."

Veja dicas para conciliar trabalho e estudo para impulsionar a carreira:

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Fonte: jornal O Popular