Campanha Maio Amarelo

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o "Outubro Rosa" e o "Novembro Azul", os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o "MAIO AMARELO" estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV - a mais consolidada nacional e internacionalmente.

Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.

Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do "MAIO AMARELO" em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro.

A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados, sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.

Em conclusão, o MAIO AMARELO quer e espera a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social; razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e fazer do AMARELO, a cor da "atenção pela vida".

Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a "Década de Ações para a Segurança no Trânsito". O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a "Década de Ação para a Segurança no Trânsito" é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo - especialmente uma motocicleta - nesses lugares.

As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

Fonte: Maioamarelo.com

Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho e Dia Mundial da Saúde

No dia 28 de abril, pessoas de todo o mundo celebram o "Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho".

A data foi instituída por iniciativas de sindicatos canadenses e escolhida em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. No Brasil, em maio de 2005, foi promulgada a Lei No. 11.121, criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.

No dia 07 de abril é celebrado o dia Mundial da Saúde, instituída pela Organização Mundial da Saúde, que define: a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. Criada em 1948, a data tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional.

O Movimento Abril Verde, uma iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado do Paraná, tem como intuito trazer à sociedade a questão da segurança e saúde do trabalhador brasileiro. A mobilização se faz necessária para tratar do tema das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho com o objetivo maior de reduzir os acidentes de trabalho e os agravos à saúde do trabalhador, e mobilizar o envolvimento da sociedade, dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada para prevenir e alertar sobre os problemas que ocorrem no mundo do trabalho e em decorrência do mesmo. Essa iniciativa quer trazer saúde e a prevenção para dentro do local onde passamos grande parte do nosso dia, da nossa vida e produzimos a riqueza da sétima economia do mundo.

Segundo dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), divulgados em 2013, 2 milhões de pessoas morrem por ano por conta de doenças ocupacionais no mundo. Já o número de acidentes de trabalho fatais ao ano chegam a 321 mil. Neste panorama, a cada 15 segundos, um trabalhador morre por conta de uma doença relacionada ao trabalho.

Os dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) colocam o Brasil como 4º colocado no ranking mundial de acidentes fatais de trabalho. No Brasil, são quase 4 mil mortes anualmente em decorrência de acidentes de trabalho.

Em memória

Em 28 de abril nós lamentamos aqueles que morreram. No entanto, as mortes no trabalho também são um lembrete de que todos os níveis de governo são fundamentais para fazer mais por leis de saúde e segurança e vigorosamente julgar violações quando um trabalhador é morto ou gravemente ferido.

É tempo de tratamento justo e igualitário perante a lei para mortes e acidentes de trabalho.

Fonte:Blog Abril Verde

Tem dúvidas sobre direitos do trabalhador? Veja 15 direitos básicos

O Profissional só pode começar a atuar com carteira assinada, diz legislação. Pagamento de salário e de 13º salário também possuem regras.

A Consolidação das Leis Trabalhistas garante diversos direitos aos trabalhadores, mas muitas pessoas ainda não conhecem o que é garantido pela CLT, que estabelece as obrigações da empresa ou empregador sob pena de ter que responder judicialmente e pagar indenização ao trabalhador.

"É importante frisar que o conhecimento desses principais pontos é relevante para o trabalhador e para o empresário. Só com essa informação que se pode regularizar as relações, garantindo proteção e segurança jurídica a todos os envolvidos", afirma Gilberto Bento Jr, sócio da Bento Jr. Advogados.

Segundo Bento Jr, a lista tem apenas alguns dos direitos, sendo importante verificar o que dizem as convenções coletivas de trabalho da categoria dos contratados.

1) Carteira de trabalho assinada desde o primeiro dia de trabalho

Segundo Bento Jr, não existe aquela história de esperar para conhecer o trabalho do funcionário antes da contratação efetiva. "A carteira deve ser assinada obrigatoriamente ao iniciar os trabalhos".

2) Exames médicos de admissão e demissão 

A saúde do trabalhador deve ser uma preocupação constante, prevenindo situações de riscos, por isso é primordial que a empresa saiba previamente como essa se encontra e posteriormente ao fim do contrato de trabalho também, é uma garantia jurídica.

3) Repouso semanal remunerado 

Todo trabalhador tem direito a descansar pela lei, devendo ter ao menos uma folga por semana.

4) Salário pago até o 5º dia útil do mês 

"Pode parecer difícil obter caixa para cumprir em dia com essa obrigação, mas está na lei. A empresa não pode atrasar esse pagamento, caso contrário poderá ser alvo até mesmo de processos", afirma Bento Jr.

5) Primeira parcela do 13º salário paga até 30 de novembro e segunda parcela até 20 de dezembro

Segundo Bento Jr, essa é uma dúvida muito frequente e é comum acontecer atrasos.

6) Férias de 30 dias com acréscimo de um terço do salário

"Esse período deve ser somado anualmente. Importante é que legalmente não se deve admitir acúmulos de férias e mesmo a venda de férias deve ser liberada por convecção da categoria", diz Bento Jr.

7) Vale-transporte com desconto máximo de 6% do salário

Independentemente de onde more o trabalhador, ele tem direito a ser ressarcido de seu deslocamento à empresa, sendo necessário contabilizar os meios de transportes tomados, diz Bento Jr.

8) Licença maternidade de 120 dias

Toda mulher depois do parto tem direito a esse período. Contudo hoje a legislação já permite e algumas empresas já aplicam a ampliação do prazo para até seis meses, ou 180 dias.

9) Licença paternidade de 5 dias corridos 

Para o pai, o período que poderá auxiliar no cuidado com o filho é bem menor, contudo, já existe projeto de lei que possibilita as empresas ampliares esses prazos. Para funcionários das empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã, a licença foi ampliada para 20 dias.

10) FGTS

O depósito de 8% do salário em conta bancária a favor do empregado é obrigatório, tornando-se uma garantia em caso de perda de emprego e em outras situações como entrada para a casa própria.

11) Horas-extras

As horas extras são devidas toda vez que o empregado trabalha além da sua jornada normal de trabalho sem qualquer tipo de compensação em banco de horas. Ela deverá ser paga com acréscimo de no mínimo 50% em dias úteis e 100% aos domingos e feriados.

12) Garantia de 12 meses em casos de acidente 

Quando há a ocorrência de acidentes de trabalho se tem uma preocupação legal muito grande em proteger o trabalhador, que ficará até um ano sem poder ser demitido;

13) Adicional noturno de 20% para quem trabalha das 22h às 5h

"Esse é um dos pouco motivos que podem levar uma pessoa a querer trabalhar até altas horas da noite, pois os ganhos são podem ser interessantes", afirma Bento Jr.

14) Faltar ao trabalho 

Em alguns casos como casamento (três dias), doação de sangue (um dia por ano), alistamento eleitoral (dois dias), morte de parente próximo (dois dias), testemunho na Justiça do Trabalho (no dia), doença comprovada por atestado médico, nesses casos não ocorrerão descontos;

15) Aviso prévio de 30 dias, em caso de demissão 

As empresas também podem pagar para o trabalhador esse período, sem que ele precise trabalhar.

Fonte: G1

Aviso prévio é muito mais do que dinheiro que demitidos recebem Indenização, tempo ou só um aviso?

O aviso prévio é mais do que o valor que o empregado recebe quando é dispensado, ele também é um tempo a ser cumprido e uma notificação a ser feita.

O objetivo do aviso prévio enquanto tempo é proporcionar ao empregado a oportunidade de buscar uma nova colocação no mercado de trabalho, evitando o desemprego, por isso temos a redução de duas horas da jornada de trabalho durante esse período.

Atualmente o aviso prévio é de 30 dias, mas para cada ano de trabalho na mesma empresa, será acrescido 3 dias até o limite máximo de 60 dias, ou seja, no total, poderá chegar a 90 dias esse período. Lembrando que este pode ser trabalhado ou indenizado.

Como valor, é uma indenização por ter o contrato de trabalho terminado de maneira brusca, sem que o empregado fique mais 30 dias, pelo menos trabalhando e possa encontrar um novo emprego durante esse período. Mas o aviso prévio também é a comunicação que é feita ao empregado de que este será dispensado, inclusive sendo utilizada como data inicial para o pagamento das verbas rescisórias quando o período for indenizado.

O valor a ser pago ao empregado é aquele correspondente aos dias que constam do aviso. Portanto, se o empregado tem um aviso de 90 dias e este for indenizado, ele receberá o valor correspondente. Da mesma forma, se o aviso for de 40 dias trabalhados, o empregado receberá normalmente os 40 dias.

Quanto à data de baixa na Carteira de Trabalho (CTPS), isto é, a data que constará como dia do término do contrato, esta será sempre a data final do aviso prévio, seja ele cumprido ou indenizado. Isso significa dizer que se o aviso prévio de 45 dias for indenizado, ou seja, sem trabalho, então a data de baixa será o último dia desses 45 e, não a data em que foi feita a comunicação da dispensa.

Vale ressaltar que o aviso prévio não será devido nos casos de dispensa por justa causa, justamente porque a finalidade desse instituto é auxiliar o empregado que não deu causa à rescisão se recolocar no mercado.

Por fim, é importante destacar que o aviso prévio vale tanto para o empregador quanto para o empregado. Portanto, caso o empregado decida deixar o emprego, deverá comunicar seu empregador com o mínimo de 30 dias de antecedência. Caso esse tempo mínimo não seja respeitado, o empregado poderá ter descontado de suas verbas rescisórias o valor correspondente ao período do aviso.

Fonte: Exame

Carnaval não é feriado, mas empresa pode autorizar funcionário a emendar; entenda

Segunda e terça-feira são considerados dias úteis não trabalhados, portanto, quem trabalha não tem direito a horas extras nem folgas compensatórias.

Apesar de muitos brasileiros aproveitarem para emendar o período de Carnaval, a segunda e a terça-feira não são considerados feriados nacionais. A confusão pode existir porque muitos estabelecimentos comerciais e os bancos fecham até a terça-feira e só reabrem depois do meio-dia na Quarta-Feira de Cinzas.

O sábado e o domingo da festa são considerados dias normais. Já a segunda e terça, assim como a Quarta-feira de Cinzas, podem ser ou não definidos como pontos facultativos. Ou seja, no caso das empresas, os dias de trabalho durante o Carnaval seguem o acordado entre os empregadores e funcionários.

De acordo com o advogado Mauricio de Figueiredo Corrêa da Veiga, sócio do Corrêa da Veiga Advogados, fica a critério dos municípios e estados instituir ou não os dias do Carnaval como feriados. Segundo o advogado trabalhista Sérgio Schwartsman, sócio do escritório Lopes da Silva Advogados, a Lei 9093/95 estabelece quais são os feriados nacionais e não inclui o Carnaval. Mas essa mesma lei permite que os municípios fixem feriados de acordo com a tradição local, em número não superior a quatro por ano.

No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, a terça-feira de Carnaval foi declarada feriado estadual por meio da Lei 5243/2008. "O carioca que trabalhar nesse dia tem direito a receber hora extra", diz Veiga.

Nos demais estados, cabe à empresa que decidir dispensar os funcionários a responsabilidade pelo pagamento de honorários e não pode descontar as horas não trabalhadas. Segundo Corrêa da Veiga, não havendo previsão em lei municipal ou estadual de que as datas são consideradas feriado, o trabalho nesses dias será permitido. Nesse caso, o empregador deve optar por exigir que o seu empregado trabalhe normalmente, dispensar o empregado do trabalho sem prejuízo da remuneração correspondente ou combinar com o empregado para compensar esse dia que deixou de trabalhar.

"É claro que a maioria das empresas libera os colaboradores, mas se elas quiserem decidir que todos vão trabalhar, estão dentro da lei", diz a especialista em direito trabalhista Maria Lúcia Benhame. Segundo ela, a interrupção da prestação dos serviços durante esse período é costumeira e depende de acordo e aval do empregador. Mas caso o funcionário falte injustificadamente, perderá os dias de serviço, bem como o descanso semanal remunerado e ainda estará sujeito a penalidades disciplinares, exceto demissão por justa causa.

Segundo a especialista, a segunda e a terça-feira de Carnaval são considerados dias úteis não trabalhados, portanto, quem trabalha nesse período não tem direito a receber horas extras nem a ter folgas compensatórias.

Já para as cidades em que o Carnaval for feriado local, os empregados que trabalharem nestes dias deverão ter folga compensatória em outro dia da semana. Se isso não ocorrer, deverão receber as horas extras trabalhadas com o acréscimo de pelo menos 100% ou mais, se isso estiver previsto na convenção coletiva da categoria do trabalhador.

fonte: G1

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2017: COMO JÁ IR SE PREPARANDO

A entrega do Imposto de Renda 2017 só terá início no dia 2 de março, mas já é possível se preparar. O ideal é reunir a papelada o quanto antes e adiantar o preenchimento da declaração através de um rascunho, que fica disponível no site da Receita Federal até o dia 23 de fevereiro.

"Entre os documentos que já podem ser reunidos estão os comprovantes de rendimentos, extratos bancários, recibos de saúde, comprovantes de despesas com educação, dados sobre imóveis, carros e outros bens", destaca a Professora Johelma Galdino, coordenadora do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Estácio.

Para quem declarou IR em 2016, outra dica é recuperar o documento, que pode ajudar no preenchimento de campos como a relação de bens, por exemplo. "O programa da Receita permite a importação de informações do arquivo da declaração anterior, o que evita erros e facilita na hora de confirmar dados e valores", ressalta Johelma.

Para este ano, uma novidade é que os contribuintes brasileiros que quiserem incluir dependentes a partir de 12 anos em sua declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF 2017), terão de registrá-los no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). A norma anterior da Receita Federal era que os dependentes poderiam ser incluídos a partir dos 14 anos e tinham que ter o CPF.

Entre as vantagens de entregar  logo no início do prazo, está a facilidade em corrigir informações ou correr atrás de algum documento faltante antes do fim do prazo para entrega, em 28 de abril. Outro atrativo é a chance de receber a restituição nos primeiros lotes, para quem deduzir o suficiente ao ponto de receber restituição.

Para os que costumam pagar imposto, se adiantar também é vantagem porque pode ajudar na organização das finanças pessoais. "Além de ficar livre do levantamento dos dados necessários para a DIRPF, o contribuinte tem a chance de apurar com antecedência o valor que deverá pagar em 30 de abril", destaca Johelma.

Fonte: Diário do Estado

Riscos do WhatsApp

Nos últimos dias duas noticias circularam em âmbito nacional e trouxeram a mesma lição: devemos ter cuidado com o que postamos nos grupos de WhatsApp. A primeira noticia destacou que uma médica foi imediatamente dispensada do hospital Sírio Libanês após ser constatado que ela foi responsável pelo vazamento de dados sobre o diagnostico da ex-primeira dama Marisa Letícia, ela enviou dados sigilosos do diagnostico da paciente em um grupo de WhatsApp e esses dados foram disseminados para inúmeros outros grupos e outros canais virtuais. A segunda noticia foi sobre uma decisão judicial proferida por um juiz do trabalho que manteve a dispensa por justa causa de um trabalhador que ofendeu o seu próprio empregador em um grupo de WhatsApp.

Os prejuízos quando se compartilha algo problemático em grupo de WhatsApp ou em outros canais virtuais são tão instantâneos quanto a velocidade com que esses conteúdos são disseminados e os resultados de um compartilhamento inadequado podem atingir proporções jamais imaginadas.

No episodio envolvendo o diagnostico de Marisa Letícia, por exemplo, é nítido que um simples post pode ser muito prejudicial para muita gente: a médica partilhou as informações da paciente perdeu o emprego e com apenas 31 anos de idade manchou seu nome profissional e sua carreira; a paciente foi exposta indevidamente e os prejuízos dessa exposição foram consumados pelos familiares dela; o hospital, além de já ter sofrido uma crise de imagem de grande proporção por causa desse episódio, é o responsável civil por indenizar a família da paciente, caso opte por processá-lo pela divulgação de dados sigilosos da paciente.

Da mesma forma, a liberdade de expressão, quando utilizada de maneira desproporcional ou irresponsável, pode resultar em danos para o ofensor, ofendido e também para quem consome esses desabafos desproporcionais, que na maioria das vezes são incompletos ou inverídicos.

Emprego, bom nome, carreira, imagem profissional e relacionamento saudável com familiares, amigos, colegas, clientes, concorrentes, etc têm muito mais valor do que um desabafo desproporcional ou o compartilhamento de algo que servirá apenas para saciar a curiosidade de muitos, mas que violará a honra, imagem, memória, intimidade, privacidade e dignidade de outros. Portanto, devemos pensar bem antes de postar algo na web.

Fonte: O Popular

7 segredos para deixar o seu currículo mais atraente

A dificuldade de ser contratado em meio à crise brasileira tem um efeito incontornável: além de investir como nunca em qualificação, é preciso lançar mão de recursos cada vez mais criativos e sofisticados para se diferenciar da concorrência.

A batalha por um emprego já começa na estratégia de confecção do currículo. A forma e o conteúdo do documento compõem o "cartão de visitas" de um profissional: a depender desses fatores, o recrutador pode eliminá-lo de cara ou resolver chamá-lo para uma entrevista.

Além de uma estrutura adequada, o CV precisa ter certos atrativos para fisgar a atenção do headhunter, estimular uma leitura mais atenta e comunicar rapidamente o potencial do candidato para preencher a vaga.

Recrutadores contam alguns segredos que tornam o documento mais convidativo. Confira a seguir:

1. Transforme parágrafos em listas

Grandes blocos de texto desestimulam a leitura - ainda mais no caso de um recrutador cansado de examinar tantos currículos. Na hora de descrever as atribuições que você teve em cada emprego, troque os parágrafos por listas de frases ou bullet points. Pode parecer só um detalhe, mas esse formato mais "digerível" impedirá que o seu currículo seja descartado simplesmente por parecer cansativo, diz Lucas Nogueira, gerente de divisão da Robert Half.

2. Use fontes clássicas e prefira uma formatação arejada

Steve Jobs dizia que design não é a aparência de uma coisa; é como ela funciona. Currículos não são iPhones, mas também obedecem à máxima do criador da Apple: seu efeito sobre o leitor depende muito do seu visual. Segundo Nogueira, CVs atrativos usam fontes sóbrias e fáceis de ler, como Arial ou Times New Roman. O espaço ideal entre as linhas é de 1,5 e é importante inserir espaços entre os parágrafos para "oxigenar" a página.

3. Diga o máximo possível com poucas palavras

Uma redação clara e concisa é um dos segredos de um currículo atraente. "O texto deve ser o mais enxuto possível, isto é, deve conter uma apresentação resumida das informações mais relevantes sobre você", diz Larissa Meiglin, psicóloga e supervisora de consultoria ao candidato da Catho. Ser objetivo não significa ser lacônico ou impreciso: o ideal é comunicar tudo e apenas o que importa, sem sobrar nem faltar nada.

4. Use palavras-chave da sua área

Ao pegar um currículo nas mãos, o recrutador não faz uma leitura linear, do início ao fim. Sua primeira atitude é percorrer o documento rapidamente com os olhos, por cerca de 10 segundos, em busca de expressões básicas que indiquem o perfil daquele profissional. "É fundamental que o currículo tenha palavras-chave da sua área, como nomes de sistemas, linguagens, projetos e certificados específicos no caso de um profissional de TI, por exemplo", orienta Nogueira. Ao "bater o olho" nesses termos, o avaliador já terá uma idéia de que tipo de profissional você é e poderá se dispor a uma leitura mais atenta.

5. Ponha o mais importante no começo

Outra forma de favorecer uma rápida compreensão do documento é organizar as informações por ordem de relevância, isto é, do mais ao menos pertinente para a vaga em questão. A dica de Luís Fernando Martins, diretor da Hays Response, é usar a primeira página como uma espécie de folha de rosto, na qual deve constar um "mini currículo" com os dados mais importantes sobre a sua formação, experiências, qualificações e diferenciais. Na segunda página, você pode apresentar essas informações com mais detalhes.

6. Mostre algo da sua personalidade

Ao contrário do que muita gente acredita, é perfeitamente aceitável e até recomendável incluir algo sobre as suas atividades extracurriculares no currículo. Pratica natação há vários anos? Participa de uma ONG que planta árvores pela cidade? Criou uma banda de blues? Segundo Martins, vale mencionar essas atividades para mostrar um pouco de quem você é fora do escritório. "Hoje as empresas têm valorizado muito o aspecto comportamental do candidato, então um currículo que traz dados dessa natureza chama bastante atenção", explica. Só evite o autoelogio: falar sobre o seu perfil pessoal é diferente de se descrever como alguém perseverante, dedicado ou criativo , por exemplo.

7. Faça um documento "sob medida"

O segredo definitivo para fazer um currículo atraente é adaptá-lo às expectativas e características específicas do potencial empregador. Quanto mais customizado, melhor. Se a empresa busca um profissional com perfil ligado à gestão de projetos, por exemplo, coloque em evidência todos os cursos e experiências que você já teve na área. Se o empregador é uma startup "descolada", aposte em um layout mais criativo e destaque os seus projetos mais arrojados. "Em vez de mandar um currículo genérico, envie algo que você fez pensando especialmente no estilo e na cultura daquela organização e nas exigências da vaga", orienta Meiglin. "Só isso já é suficiente para colocar um candidato a anos-luz da concorrência".

Fonte: revista Exame

Tenha mais dinheiro seguindo apenas estes cinco passos

Cinco passos para começar 2017 livre de bagunça na vida financeira:

1) Levantar as dívidas e se organizar para quitá-las

Faça um levantamento honesto de todas as suas dívidas, incluindo as com amigos e familiares, que têm um custo emocional alto, apesar de não cobrarem juros. Dê prioridade para arcar com o que você é capaz de pagar no momento.

Se não puder pagar agora, estabeleça um prazo realista. "Conforto emocional é mais importante do que surtar para pagar todas as dívidas de uma vez", esclarece uma educadora financeira. Anote o cronograma em recados na geladeira, no celular ou onde quiser, e cumpra-o rigorosamente.

É importante informar ao credor sobre seu plano de quitar a dívida, como recomenda o educador financeiro Reinaldo Domingos, fundador da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e da DSOP Educação Financeira. Tente renegociar a dívida no banco e fazer um acordo realista. "O pior acordo que você pode fazer é aquele que não pode pagar", orienta. 

2) Diagnosticar ganhos e gastos

Para conseguir poupar, é essencial diagnosticar para onde o seu dinheiro está indo. Existem excessos em todas as famílias e sempre é possível cortar um pouquinho, segundo Domingos. Mas cortar gastos aleatoriamente, sem um diagnóstico apurado, não funciona bem.

Para isso, existem uma infinidade de planilhas, em aplicativos para smartphones ou no Excel, que são extremamente fáceis de usar e eficientes.

O ideal é que você mantenha esse diagnóstico constantemente, e não faça ele apenas uma vez e depois abandone a tarefa. Essa é a melhor forma de ter sua vida financeira sob controle.

3) Planejar seu orçamento financeiro

Planejar um orçamento financeiro é fazer esse diagnóstico dos gastos e ganhos e planejar suas metas e sonhos.

As planilhas de orçamento normalmente têm um espaço para você acrescentar metas e anotações. Pode ser algo simples, como viajar no feriado, ou um plano de longo prazo, como se aposentar com determinada idade.

Também é importante determinar regras para você mesmo de como lidar com o dinheiro. Fuja de tudo que tenha juros, como compras parceladas no cartão de crédito e empréstimos pessoais, como recomenda o professor de finanças da Fipecafi George Sales.

Organize como você pagará suas contas em dia e como realizará seus pagamentos do dia a dia, em dinheiro ou no cartão. Uma dica é agrupar todos pagamentos das contas na mesma data.

4) Correr atrás de novas fontes de renda

Se você já cortou todos os gastos possíveis e mesmo assim o orçamento continua apartado, a solução é procurar fontes alternativas de renda. Às vezes, não é preciso trocar de emprego ou redirecionar a carreira. Dá para encontrar soluções mais simples, como vender coisas usadas ou ganhar uma renda extra fixa em cada mês.

5) Investir para ter uma reserva de emergência e realizar sonhos

Em 2017, especialistas recomendam evitar se descapitalizar e manter o maior valor possível investido. É preciso cautela para encarar a incerteza econômica que está por vir.

"Não é momento para contrair dívidas, e sim para se capitalizar mais", recomenda Domingos. Pode ser uma estratégia aproveitar os juros altos dos investimentos de renda fixa, os mais seguros do mercado. 

Se você ainda não investe em nenhuma aplicação financeira, o primeiro passo é guardar um dinheiro para emergências. A recomendação é ter o equivalente a entre três e seis salários investidos, para caso você perca o emprego ou algum outro imprevisto aconteça.

Para isso, há investimentos tão seguros quanto à poupança, que proporcionam rentabilidade maior. Mas não exija milagres.

Depois de construir a reserva de emergência, invista para realizar sonhos de médio prazo, como uma viagem ou a compra de um carro, e de longo prazo, como a aposentadoria.

Fonte: Revista Veja

O QUE (NÃO) FAZER PARA CONSEGUIR UM EMPREGO

Especialistas em Recursos Humanos dão dicas para se dar bem em um processo seletivo.

Está aberta a melhor época do ano para procurar emprego. De acordo com especialistas, o primeiro trimestre costuma apresentar boas oportunidades para quem busca recolocação profissional ou uma posição melhor. Segundo dados da consultoria Manpower, empresa com especialistas em recrutamento profissional, as grandes empresas possuem maior expectativa de contratação nesse período.

Já que a época é promissora, o melhor é se adiantar às oportunidades. No entanto, a preparação do profissional vai muito além de cursos de capacitação e atualização. Certos comportamentos podem afastar de vez a chance de ocupar aquele tão sonhado cargo de chefia ou liderança. Veja a seguir dez dicas para evitá-los.

1)Crie uma impressão positiva na entrada

De acordo com a especialista em recursos humanos Dilze Percílio, a seleção começa na recepção, antes mesmo de o candidato conversar com o recrutador. "Apesar de não termos câmeras escondidas que monitoram o ambiente, as moças e rapazes da recepção sempre nos avisam como o candidato aguarda até ser chamado.

2)Cuidado com as indicações de padrinhos

Indicação é bom e todo gosta? Nem sempre. Indicar alguém é uma "faca de dois gumes", tanto para quem recomenda. Dilze revela que todo recrutador vai ficar com um pé atrás quando ouvir algo como "você sabe com quem está falando? Sou amigo do fulano ou do beltrano". Se, por um lado, alguém recebe a indicação, por outro tem alguém que recomenda. Em todo caso, ter boas e pertinentes indicações é uma excelente ferramenta profissional. É o famoso networking, a rede de contatos profissionais.

3)Mostre mais do que necessidade

Implorar pela vaga é outra atitude não recomendada. A dica é mostrar que a vaga tem o seu perfil e como você pode ser útil na empresa. Para isso, é fundamental saber quais são as reais demandas do cargo e resgatar a experiência que você tem.

4)Insistir não é um bom caminho

O nervosismo e a ansiedade do candidato na busca por um emprego são naturais. O fato é que, mesmo com a expectativa, ele precisa deixar a empresa trabalhar. A recomendação é segurar a onda e ter inteligência emocional.

5)Rede social é papo sério

Não tenha dúvida de que as empresas estão de olho nas redes sociais em todos os processos de seleção. Primeiramente, a investigação é para encontrar candidatos. Depois, os recrutadores checam se vale a pena ou não chamar a pessoa para a entrevista. Mas o papel mais importante das redes sociais é durante a seleção, momento em que as empresas verificam se os valores do candidato harmonizam com os dela.

6)Pense antes de digitar

Ainda sobre as redes sociais, Dilze adverte que os candidatos não devem entrar em polêmicas ou vestir a camisa de um personagem. A sua realidade na rede social precisa ser condizente com o seu estilo de vida.

Pior do que se envolver em polêmicas nas redes sociais é falar mal do chefe. Não fique detonando a empresa, o chefe e os colegas de trabalho, dando indiretas. Isso é feio e antiético.

7)Prefira as poses mais profissionais

O cuidado especial também vale para o whatsapp, inclusive na foto de perfil do aplicativo, a imagem do perfil deve representar exatamente quem a pessoa é.

8)Não faça currículos por atacado

Se você é daqueles que faz um currículo e sai distribuindo em várias empresas, dificilmente será convocado para uma entrevista. Cada empresa demanda uma necessidade e com currículos idênticos, é difícil destacar o diferencial para as diferentes vagas. Por isso, a recomendação das especialistas é que o currículo cumpra o papel dele: vender o candidato. É por meio daquelas folhas que o nome salta aos olhos do recrutador.

9)A receita para colocar no papel

Na opinião das recrutadoras, uma alta rotatividade na carteira de trabalho não é interessante. Por outro lado, deixar grandes espaços de tempo sem trabalhar também incomoda.

10)Fale menos, ouça mais

É comum que os processos seletivos sejam feitos tanto individualmente quanto em grupos. Se esse for o caso, não adianta ensaiar um personagem, porque a dinâmica desconstrói as máscaras. A dica é ser proativo. O candidato que conhece a empresa e o produto já sai na frente, não custa nada entrar no site da corporação, checar missão, visão e valores.

 

Fonte: revista LDVCA (ludovica)