O uso do celular no ambiente de trabalho

A telefonia móvel trouxe consigo ferramentas facilitadoras da comunicação social. O aplicativo WhatsApp, por exemplo, torna a comunicação social mais barata, rápida e fácil com a troca de mensagens sem cobrar pelo serviço de SMS, utilizando somente o plano de dados de internet.

Essas características fizeram com que o aplicativo se tornasse sucesso de downloads, registrando cerca de 465 milhões de usuários regulares, que chegam a trocar 64 bilhões de mensagens todos os dias. A problemática surge quando essa facilidade não é aproveitada de maneira correta, tornando-se empecilho, no ambiente de trabalho, por exemplo.

O uso excessivo do aparelho celular no trabalho reduz nitidamente o rendimento do profissional e sua produtividade. Por ser objeto de uso pessoal fica difícil para o empregador controlar ou inibir sua utilização durante o expediente. A implementação de cláusula no regulamento interno da empresa que proíba o uso do celular durante o expediente com a devida informação sobre suas eventuais consequências pode resolver o problema. Cabe ao empregador informar o funcionário sobre a nova regra e conscientizá-lo de que a prática pode prejudicá-lo, diminuir seu rendimento e ainda prejudicar a empresa.

Estabelecida a regra e devidamente divulgada cabe ao funcionário se adequar à nova realidade. O descumprimento pode culminar em demissão por justa causa por configurar afronta direta às ordens do empregador, em clara insubordinação.

É evidente que a proibição do uso do celular não pode impedir o contato do funcionário com seus parentes e por esse motivo deve comunicar à família o telefone da empresa onde trabalha, podendo, assim, ser avisado caso algo de urgente aconteça.

Em empresas onde o uso do celular é permitido, medidas simples, como manter o aparelho no silencioso, se afastar em caso de assunto urgente, não atrapalhar os colegas ao atender chamadas, avisar ao chefe se a situação demandar muito tempo falando ao telefone, são essenciais.

Valendo-se dessas precauções, tanto empregadores quanto empregados contribuirão para ambiente mais saudável e eficiente. Ao passo que os acessórios alheios ao horário de expediente vão sendo deixados de lado e o foco fica voltado completamente para a função que eles desempenham, a maior produtividade e rendimento serão garantidos. O bom andamento da empresa reflete positivamente em seus funcionários e essa é medida completamente proveitosa para ambos.

Dicas sobre o uso de celular no ambiente de trabalho

Se sua empresa permite o uso de celular no ambiente de trabalho, confira as dicas de Dayane Castelo especialista em Gestão de Pessoas e outras do Blog da AIEC para evitar problemas.

1 - Mantenha o aparelho no silencioso - O som do seu aparelho pode incomodar e desconcentrar as pessoas em volta. Se for sair da sala, leve-o com você ou desligue-o. O barulho constante da vibração do celular em cima da mesa também pode incomodar.

2 - Não utilize o celular em reuniões - Caso você esteja esperando uma ligação extremamente importante e inadiável, procure informar os colegas presentes na reunião que você poderá precisar se ausentar por uns instantes, pois o motivo é realmente importante. Caso contrário, programe-se para resolver problemas após o horário da reunião.

3 - Evite fotografar ou filmar situações de trabalho - O ambiente de trabalho não deve ser exposto publicamente. Imagens não autorizadas podem trazer sérios problemas.

4 - Evite ligações prolongadas que não são de assuntos da empresa - Trate os assuntos pessoais fora do horário de expediente. 

5 - Evite usar redes sociais e jogos no horário de trabalho - Contenha a sua ansiedade e deixe as mensagens do Whats App, atualizações do Facebook, Twitter, etc., para serem conferidas fora do horário de trabalho. Isso pode atrapalhar muito a sua produtividade. 

6 - Procure aplicativos que possam auxiliar sua produtividade - A última dica nós reservamos para o "lado bom da história". A tecnologia tem ajudado de diversas formas o nosso dia a dia e se soubermos aproveitá-la, não teremos problemas no futuro. 

Fonte: Blog AIEC E Palavra do Leitor

Roupa de trabalho: pode ou não pode?

Atenção aos detalhes podem salvar (ou condenar) seu visual corporativo

Acertar a roupa de trabalho nem sempre é tão simples quanto parece. Uma estampa a mais ou alguns centímetros a menos podem colocar em xeque a sua imagem profissional. Nunca pensou nisso? Então confira as dicas da consultora de imagem Renata Mello para fazer as escolhas certas no guarda-roupa.

8 dicas para acertar na roupa de trabalho

1. As estampas

Em empresas mais formais, o ideal é evitar peças inteiras estampadas ou mesmo a combinação de calça e blusa, as duas peças com estampas. "O melhor é optar por estampas de tamanho pequeno", afirma Renata. Já em empresas mais despojadas, que liberam o uso de bermuda, por exemplo, não há problema algum em usar um vestido estampado.

2. "Menos é menos"

Mesmo que você se sinta poderosa usando uma saia muito curta, uma blusa muito decotada ou um sutiã com uma alcinha linda, que fica aparecendo, essa não é a roupa ideal para ir para a empresa. O mesmo vale para aquela blusinha que deixa a sua barriga aparecendo. "Lembre-se sempre de que a roupa de trabalho é diferente da roupa de final de semana, da que você usa para ficar em casa ou ir para a faculdade", diz Renata. O ideal é que a alcinha tenha de dois a três dedos para, pelo menos, cobrir o sutiã. "O ideal é que ela não seja tão cavada."

3. Rasteirinhas, sim, pero no mucho

Outra dica da consultora é escolher rasteirinhas que não deixem o calcanhar de fora. "Assim elas ficam bem mais adequadas ao ambiente corporativo", explica Renata.

4. Maquiagem

"Não dá, seja qual for a sua função, idade ou tipo de empresa." Ou seja, se você não curte aquela maquiagem toda, uma base leve, um rímel e um batom podem resolver tudo. E, claro, aquela secada básica nas madeixas também.

5. Acessórios

Outra dica da especialista é não exagerar no tamanho dos acessórios e sempre preservar o seu conforto e dos seus colegas. "Se você passa o dia todo digitando, não pode usar uma pulseira que faz barulho e incomoda todo mundo."

6. Camisa polo sim, camiseta não

Segundo Renata, os homens costumam errar menos na roupa de trabalho, mas cometem algumas gafes especialmente no casual day. Sua dica é não usar calças que tenham aquela cara de final de semana e nem camisetas. "O melhor é optar por uma camisa polo" diz ela. Isso, claro, a menos que você trabalhe num ambiente totalmente informal, em que camisetas são praticamente o uniforme da galera.

7. Cores e calores

Também para os homens, a consultora recomenda não utilizar camisas muito escuras em dias muito quentes. "Para os que transpiram muito, o ideal é usar uma regata de algodão por baixo", diz Renata.

8. Relógios discretos

É. Mesmo que o seu seja lindo, se ele for um escândalo, o melhor é passar longe da empresa com ele. Aqui, menos é mais mesmo.

Fonte: Vagas Profissões

Os casos em que o seguro-desemprego é negado

Se alguns requisitos não forem cumpridos, o benefício será negado mesmo se a demissão for sem justa-causa

O seguro-desemprego está previsto na Constituição Federal. Terá direito a receber o auxílio, trabalhador formal e doméstico dispensado sem justa causa; o empregado com contrato de trabalho suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador; o pescador profissional durante o período do defeso (quando a pesca profissional fica proibida); e o trabalhador resgatado da condição semelhante à de escravo.

Contudo, existem alguns requisitos básicos, estabelecidos na Lei n. 7.998/90, que precisam ser cumpridos. Entre outros: cumprimento do período de carência, não possuir renda própria de qualquer natureza suficiente à sua manutenção e de sua família e a comprovação de matrícula e frequência em curso de formação, quando aplicável.

Existem também situações em que o recebimento do auxílio poderá ser suspenso ou cancelado: caso o trabalhador seja admitido em novo emprego, ou comece a receber benefício de prestação continuada (com algumas exceções), se passar a receber outra remuneração resultante de trabalho (ainda que informal), ou mesmo se houver a recusa injustificada por parte do trabalhador desempregado em participar de ações de recolocação de emprego.

Outra hipótese de suspensão, para o trabalhador que estiver recebendo o pagamento por conta de bolsa de qualificação profissional, é se ocorrer à rescisão do contrato de trabalho.

O benefício poderá ainda ser cancelado pela recusa por parte do trabalhador desempregado de outro emprego condizente com sua qualificação registrada ou declarada e com sua remuneração anterior; por comprovação de falsidade na prestação das informações necessárias à habilitação; por comprovação de fraude com o objetivo de receber indevidamente o benefício do seguro-desemprego; e, por fim, nos casos de morte do segurado.

Fonte: revista exame

O que você nunca deve falar numa conversa difícil no trabalho

Se há necessidade de preparação emocional para enfrentar uma conversa, tenha a certeza de que você está no território das conversas difíceis.

Toda conversa em que há divergência entre pontos de vista, percepção de que há algo em jogo e que seja terreno fértil para que emoções aflorem é, por definição, uma conversa difícil.

"Reações emocionais, normalmente, surgem como resposta a sensações de recompensa ou de ameaça. É assim que nosso cérebro funciona. Nesse caso, a pessoa se sente potencialmente ameaçada", diz a especialista Eva Hirsch Pontes.

A dificuldade do diálogo resulta de comportamentos que as pessoas geralmente têm em situações de ameaça: fuga, luta ou congelamento. " São atitudes nocivas para fazer o tema da conversa avançar e, consequentemente, são prejudiciais para o relacionamento", diz Eva.

O melhor jeito de encarar uma conversa difícil

O primeiro passo é entender que apesar de tanto avanço tecnológico, nosso cérebro continua funcionando de modo bastante parecido com o que ocorria em eras primitivas: percepção ameaça versus percepção de recompensa e entrada em modo de sobrevivência quando ameaçado.

"Costumo dizer que em termos de 'hardware', o nosso cérebro não mudou muito da época em que tínhamos que fugir de leões. O que mudou foi o estímulo ameaçador, ou seja, o leão", diz a especialista.

Conversas difíceis são os "leões" que temos que enfrentar hoje. Sob essa lógica fica mais fácil entender que todos estamos sujeitos a nos sentir ameaçados e, no momento em que isso acontece, entramos em modo de proteção.

É justamente a entrada em modo de proteção - a maneira defensiva que resulta em fuga, luta ou congelamento - que se deve evitar, segundo as especialistas consultadas.

"Pense antes no que você espera dessa conversa", recomenda Fernanda. Para ela, antes de começar uma conversa difícil é preciso ter bem clara a transformação pretendida.

 "Sugiro expandir o uso dessa técnica para se preparar para uma conversa difícil, pensando no que você quer e no que não quer que aconteça", diz.

No momento em que perceber que
a conversa está indo em direção ao que você não quer que aconteça, diga que não é essa a intenção e explique, francamente, seu objetivo.

Por fim, esteja aberto a surpresas, afinal não se trata de monólogo. "Tenha consciência de que vai lidar com o inesperado porque é impossível se preparar totalmente para um diálogo", diz Fernanda.

A preparação, lembra Eva, é uma trilha para a conversa e, não, um trilho. Não se esqueça de escutar com atenção o que o outro diz, ao invés de ficar só esperando a sua vez de falar.

Fonte: Revista Exame

COMO CUIDAR DE SUA IMAGEM PESSOAL NO AMBIENTE DE TRABALHO

A imagem pessoal no ambiente de trabalho requer um cuidado especial para quem pretende se destacar e subir na carreira. Mesmo para aqueles que ainda estão em período de estágio ou fazem trabalho temporário, é válido dar atenção à imagem, à postura e aos hábitos dentro da empresa, pois isso pode levar à contratação.

Será que você está sendo um colega de equipe agradável? Será que as pessoas gostam de trabalhar com você? Será que as pessoas enxergam seu sucesso como algo bem-vindo e merecido? Tudo isso pode ser compreendido de acordo com o marketing pessoal que você precisa desenvolver.

RELAÇÕES E COMPORTAMENTO NO AMBIENTE DE TRABALHO

Suas relações e atitudes dentro do ambiente de trabalho são determinantes para a imagem que as pessoas têm de você dentro da empresa. Por isso, é importante que você esteja atento a alguns aspectos do seu modo de tratar as outras pessoas e se relacionar com elas.

Quando for conversar com alguém no trabalho, por exemplo, sempre mantenha um tom agradável, neutro e que não passe nenhuma negatividade. Outro ponto importante é não julgar os outros, pois atitudes como fazer muitas críticas, ironias e fofocas prejudicam bastante o carisma e a relação com os colegas.

A principal dica para que você se saia bem no relacionamento com os profissionais da empresa é: esteja sempre atento aos assuntos que discute. Por exemplo, evite falar de política se souber que pode causar discussões, rompimentos e divisões entre os colegas. Esse equilíbrio realmente garante a você uma base para poder se destacar sem que nada lhe prejudique.

A APARÊNCIA E A IMAGEM PESSOAL NO AMBIENTE DE TRABALHO

Todo mundo sabe que a aparência é um quesito importante para a imagem de um profissional. E isso acontece por vários motivos, principalmente ao fato de que uma aparência bem cuidada demonstra a atenção que a pessoa dá a detalhes, um ponto importante para a imagem pessoal dentro das empresas. Se a pessoa é disciplinada o suficiente para cuidar do cabelo, unhas, barba, roupas, diariamente, dá-se a entender que ela terá este mesmo cuidado com as atividades profissionais que lhe são impostas. Uma boa aparência reflete a natureza cuidadosa e detalhista da pessoa, que não se atém à sua comodidade.

COMO CONSTRUIR UMA IMAGEM PROFISSIONAL

É importante ressaltar que uma boa imagem pessoal no ambiente de trabalho é algo que leva certo tempo para ser construída. Mesmo quando estiver bem estabelecida, qualquer deslize pode prejudicá-la e ter um resultado contrário ao desejado.

Sua imagem não é você, mas como as pessoas o enxergam. Sendo assim, tão importante quanto aprimorar suas habilidades e competências, é deixá-las em evidência para os seus colegas e superiores.

AUTOAVALIAÇÃO

Essa é a ferramenta mais importante para a construção de uma imagem profissional. Primeiro, faça uma lista com suas principais habilidades e competências, sendo justo e sincero. Em seguida, tente refletir sobre quais delas são reconhecidas por quem está ao seu redor. Com as respostas, tente criar formas de evidenciar aquelas pelas quais você é raramente lembrado. Aproveite e use essa metodologia para descobrir quais são os seus pontos de melhoria e invista neles.

COMUNICAÇÃO

Desenvolver uma comunicação assertiva é fundamental para uma boa imagem pessoal e profissional. Essa é uma ótima ferramenta para evidenciar suas habilidades e competências, porém, é importante saber dosar, alguém se só fala de si mostra-se petulante e arrogante. Lembre-se que um diálogo não é um discurso, tão importante quanto ter algo para falar é saber ouvir. Manter contato visual e não se distrair é fundamental para uma comunicação assertiva. Além disso, evite o uso de gírias e palavras de baixo calão no ambiente de trabalho.

O CORPO TAMBÉM FALA

Você não se comunica apenas por meio de palavras, mas pela postura e gestos. Sentar-se de maneira desleixada pode comunicar aos outros que você não dá a devida importância ao trabalho que realiza. Também é bom sempre evitar estar com os braços cruzados.

Fonte: JRM Coaching

COMO EVITAR DISTRAÇÕES E SER MAIS PRODUTIVO NO TRABALHO OU NO ESTUDO

A dificuldade de concentração apresenta-se como um dos grandes problemas da contemporaneidade. Nem sempre essa é uma questão patológica.

De repente, o tempo passa e tudo que precisava ser feito não está pronto. E, nessas horas, o desespero passa até a tomar conta da mente de muita gente.

Todos recebem muito conteúdo, muitas informações, muitas tarefas no cotidiano. E, ainda, há fatores específicos, como as redes sociais, as interações, que desviam toda a atenção daquilo que precisa ser feito.

Veja 7 dicas para evitar distrações e ser mais produtivo no trabalho ou no estudo.

1. Identifique o problema

O primeiro passo é investigar as causas do problema. Isso permite compreender com Redes sociais? Cansaço? Chats? Celular? Excesso de trabalho? Estresse? Acúmulo de atividades? Desmotivação? Falta de organização? Em alguns casos, a distração pode ser patológico, mas é o menos comum.

2. Liste as prioridades, planeje

Visualizar o que precisa ser feito primeiro pode ajudar muito a focar, seja no trabalho ou no estudo. Tudo isso está ligado ao planejamento. O que precisa ser feito primeiro? Quais são as "coisas" mais importantes para hoje? Planeje o seu dia, a sua semana. Crie pequenas metas, de acordo com o que precisa ser feito. Alie o seu planejamento aos prazos. Anotar pode ajudar a manter a disciplina e a se concentrar naquilo que precisa ser executado. Agenda, calendário (Google Calendar), programa de "lista de afazeres" são instrumentos para organizar a vida. Tudo isso é também uma forma de reflexão para lidar com aquilo que faz perder tempo.

3. Gerencie as distrações. Turn off!

Estabeleça um tempo e horário do dia para verificar os e-mails pessoais. Muitos especialistas aconselham verificar os e-mails pessoais apenas duas vezes ao dia - pela manhã e no fim do dia. Não entre nas redes sociais quando estiver realizando as tarefas da sua lista. Não entre em chats, facebook, twitter. Coloque o celular no silencioso quando estiver trabalhando ou estudando. Tire as notificações de aviso do seu celular. Coloque o celular no silencioso.  Entre somente no e-mail, redes sociais, chat se for por motivo de trabalho/estudo e, mesmo assim, estabeleça o tempo máximo para isso. Não atrapalhe o seu plano diário. Isso é disciplina e exige um grande esforço. É difícil, mas é possível. É claro que se você trabalha com o telefone, vai precisar fazer muitas ligações, mas tente focar no trabalho!

4. Exercício do temporizador

Muitos especialistas em produtividade sugerem usar um temporizador para marcar o tempo sem interrupções. Um exercício bastante interessante é iniciar marcando 20 minutos. Nesse tempo, tente não interromper a atividade que você tem que fazer, especialmente com redes sociais. Não é algo muito natural, mas pode evitar as "fugas de tempo". Porque, dentro desse período, você deve focar somente na sua tarefa. Não verifique e-mails, entre em redes sociais. Depois de algum tempo, vá aumentando o tempo aos poucos. E, trabalhe com uma média de 50-60 minutos em uma mesma atividade. Tente parar para ir ao banheiro, alongar e beber água após esse período. Esse é um exercício para trabalhar a mente. Ao invés de trabalhar em uma tarefa até finaliza-la, tente fazer aos poucos, com pequenas pausas. Pode ser menos maçante e mais produtivo.

5. Ambiente favorável

Psicólogos já mostraram que a bagunça do ambiente pode aumentar as distrações. Por isso, para estudo e/ou trabalho, a mesa organizada pode fazer a diferença na produtividade. É claro que cada um possui o seu método, mas, "limpar" a mesa pode favorecer o cumprimento das tarefas diárias. Pode não ser o seu caso, mas vale pensar sobre isso.

6. Diga não!

Uma boa parte de motivo de perder tempo são tarefas desnecessárias. E há uma relação incrível com a dificuldade de dizer não. Você realmente precisa responder aquele e-mail imediatamente? Atender a ligação no seu período de trabalho/estudo? Pergunte se, realmente, você precisa se preocupar com isso?

7. Rotina saudável

Já pensou que os hábitos podem influenciar nas distrações? A rotina saudável ajuda também no trabalho. Durma o tempo recomendado. Controle o estresse. Faça pausas e alongue-se. No tempo livre, tenha lazer. Faça exercícios regulares para manter o corpo e a mente são. Acabe com a sonolência durante o dia.

Fonte: Mulher digital

FGTS: as 14 situações que dão direito ao saque do benefício

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é a segurança do trabalhador desempregado. É também, para a maioria dos trabalhadores, aquela renda guardada para os grandes projetos da vida pessoal, seja no financiamento da casa própria ou para o patrocínio de um projeto empreendedor.

Apesar disso, não é a qualquer hora que o FGTS pode ser acessado. Até como mecanismo de proteção ao fundo, para que ele não seja o primeiro recurso do trabalhador ao sinal de qualquer dificuldade econômica, há condições específicas para o saque do benefício junto à Caixa Econômica Federal.

Ao todo, são 14 as situações nas quais o saque do FGTS é um direito do trabalhador. Abaixo, você confere todas elas comentadas e com informações sobre a documentação necessária para efetuar o saque.

       Demissão sem justa causa 

É a mais clássica das situações. Resumidamente: o funcionário foi demitido e, em tese, precisa dos recursos do FGTS para se manter até encontrar um novo emprego. 

Término do contrato temporário

O saque também se permite quando é encerrado um ciclo de trabalho previamente determinado, como contratos temporários. 

Fechamento da empresa ou falecimento do empregador individual

Se não houve pedido de demissão, por parte do empregador ou do empregado, e a empresa fechou (por dificuldades financeiras ou morte do empregador) o saque do FGTS também se torna viável.

Rescisão contratual (por culpa recíproca ou força maior)

Este é o caso de uma demissão por justa causa ou por rescisão indireta (quando o empregado "demite" a empresa) e, na Justiça, fica definido que a culpa é de ambos: do trabalhador e do empregador. Neste caso, haverá multa de 20% no momento do saque.

Aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de financiamento habitacional

Neste caso, é necessário que o trabalhador: tenha 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se períodos trabalhados - consecutivos ou não - na mesma ou em diferentes empresas; Não seja titular de outro financiamento ativo concedido no âmbito do SFH, em qualquer parte do território nacional; Não seja proprietário, promitente comprador, usufrutuário, possuidor ou cessionário de outro imóvel residencial concluído ou em construção no atual município de residência ou onde exerça sua ocupação principal, nos municípios limítrofes e na região metropolitana.

Aposentadoria

O trabalhador que contribuiu pelo período de 30 ou 35 anos (no caso de ser mulher ou homem, respectivamente) e se aposentou também tem direito ao saque do benefício.

Necessidade em caso de desastre natural

Neste caso, há uma parte da documentação que é fornecida à Caixa pelo governo municipal do local alvo do desastre. Mas o cidadão também deve dar entrada para a retirada do saldo do FGTS.

Suspensão de trabalho avulso.

Falecimento do trabalhador

O saque do benefício se sustenta ainda que o trabalhador responsável pelo conta venha a falecer. Neste caso, a família tem direito ao benefício.

Idade igual ou superior a 70 anos

Independentemente do tempo de contribuição, a partir dos 70 anos, o trabalhador já está apto ao saque do FGTS. 

Portador de HIV ou pessoa com câncer

O saque do benefício é permitido ainda que a condição especial não seja do trabalhador, mas de algum dependente.

Pessoa com doença grave em estágio terminal

Assim como no caso de portadores de HIV ou câncer, o saque do benefício também é permitido se o doente for um dos dependentes do trabalhador.

Neoplasia maligna

Este é mais um caso no qual, se a condição especial for de algum dependente do trabalhador, o saque do benefício também é permitido.

Permanência de três anos fora do regime do FGTS

Neste caso, o saque é permitido apenas no mês em que se completam três anos inteiros, sem interrupção, fora do regime do FGTS.

Fonte: economia.ig

COMO MANTER ÉTICA E POSTURA PROFISSIONAL NO AMBIENTE DE TRABALHO?

Ética e profissionalismo são duas palavras muito citadas nos ambientes organizacionais, especialmente quando o tema é a postura profissional e o comportamento no trabalho. Estabelecer um padrão esperado de comportamento busca evitar que os colaboradores transgridam o aceitável e comprometam o bom clima organizacional.

O QUE É ÉTICA?

Antes de começarmos qualquer explanação sobre esse assunto, é essencial pontuarmos o que é ética. O termo tem origem na palavra grega ethos, cujo significado "literal" seria habitat ou morada. No entanto, entre os filósofos gregos, como Sócrates, Platão e Aristóteles, o vocábulo era usado para designar uma postura individual diante das principais situações da vida. Nesse sentido, a ética pode ser entendida como um conjunto de "regras internas" pautadas em comportamentos julgados como corretos pela sociedade. Sendo assim, no âmbito empresarial, ética pode ser traduzida como os princípios que regem as ações e comportamentos do indivíduo no trabalho.

A VONTADE É O COMBUSTÍVEL DA ÉTICA

Uma atitude ou comportamento só pode ser considerado ético quando realizado por um indivíduo consciente de suas ações e capaz de discernir entre o que seria considerado "certo" e "errado" para aquela situação. Essa consciência se dá por meio do conhecimento da moral que rege o grupo em que está inserido.

Sendo assim, o sujeito compreende todas as implicações de sua decisão e decide de forma consciente ter determinada postura diante de uma situação, arcando com as responsabilidades sobre suas ações e meios utilizados para alcançar determinado fim.

ÉTICA E POSTURA PROFISSIONAL COMO UM CÓDIGO

Esses aspectos comportamentais ligados à conduta moral regem o convívio em grupos, e são adquiridos por meio da vivência e da experiência. Portanto, mesmo sem uma divulgação expressa e um conhecimento absoluto desses princípios comportamentais, o indivíduo é capaz de identificar um comportamento como inadequado e, assim, evitar reproduzi-lo.

Entretanto, existem alguns casos em que códigos de ética são redigidos para expressar claramente os comportamentos que desrespeitem a moralidade de um determinado grupo.

Por ter um caráter abstrato, alguns grupos passaram a desenvolver um conjunto de regras, muitas vezes na forma de um código, que dá as diretrizes do que seria um comportamento ético dentro de uma empresa ou de um grupo de profissionais. Por isso, é possível dizer que as ações de um indivíduo ferem a ética profissional ou até mesmo são vazias de qualquer um desses princípios, ou seja, antiéticas.

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL

Esse exemplo é muito recorrente em categorias profissionais - como médicos, advogados, odontólogos e jornalistas - que possuem seu próprio código de ética no qual destacam os valores morais que devem tanger a atividade profissional e apontam os comportamentos considerados inapropriados.

A elaboração de um código de ética também acontece em empresas que desejam que os desvios comportamentais sejam conhecidos para serem contidos. O comportamento esperado de um colaborador em seu ambiente de trabalho deve estar alinhado às regras de conduta moral e ao profissionalismo. Este pode ser entendido como um conjunto de atitudes associadas a um exímio colaborador no desempenho de suas atividades laborais.

Atitudes como respeito às normas da empresa e aos horários do expediente, utilização de linguagem adequada nas comunicações interpessoais e por escrito, aparência adequada ao ambiente, seriedade no desenvolvimento e cumprimento das funções, proatividade, dentre outras, são atributos esperados do colaborador. O conjunto desses atributos que implicam bom desempenho das atividades e comportamento adequado é chamado profissionalismo.

A conduta ética profissional possibilita ao colaborador a oportunidade de crescer dentro da organização. Ao apresentar um desempenho de excelência, este estará no caminho certo para se destacar e alcançar cargos mais importantes.

Fonte: jrmcoaching.com.br

Uma mudança simples na sua rotina vai te levar ao sucesso

Já parou para pensar no que você poderia fazer diferente para atingir o sucesso? Uma simples mudança no comportamento pode fazer toda diferença.

Você sabe o que todas as pessoas de sucesso (mas todas, mesmo!) têm em comum? Bem, é algo que domina você o tempo todo, mas é também a chave para ter ou não ter sucesso. A pergunta que você deve se fazer é:

1.     Por que você faz o que você está fazendo hoje?

2.     Por que algumas pessoas e empresas têm tantas dificuldades em mudar, enquanto outras parecem conseguir isso da noite para o dia?

O autor do livro "O Poder do Hábito", depois de reunir inúmeras pesquisas científicas, afirma que você precisa desfrutar desse momento, que é a "Era Dourada" da neurociência, para compreender como o seu cérebro se organiza no dia a dia.  É impressionante constatar que todas as pessoas que conseguiram ter sucesso apresentam um padrão comum entre elas: o êxito a partir dos hábitos.

Se olharmos para a trajetória dos atletas da Olimpíada de 2016, podemos ver que os campeões não fizeram a todo o momento coisas extraordinárias. Para chegar ao nível de evolução em que se encontram, eles fizeram uma sucessão de coisas frequentes, repetitivas, que não precisavam ser racionalizadas. Eles conhecem o poder dos hábitos e os utilizam racionalmente para poder alcançar algo extraordinário. Eles sabem que é pelos hábitos que o cérebro se organiza para poupar esforços e tiram o máximo proveito disso.

Ao se deparar com a necessidade de aprender uma nova habilidade, como um novo idioma, ou um instrumento musical, o cérebro consome uma imensidão de energia. Mas, com a prática, as regiões responsáveis pela atenção e controle de esforço vão diminuindo suas atividades e passamos a funcionar no "piloto automático". É quando adotamos a rotina. Desse modo, você terá tempo e energia para se concentrar em coisas novas que exijam o pensamento e aprendizagem.

Bem, para chegar até a este ponto, conheça as 3 etapas do loop do hábito.  Lembre-se: você terá que respeitar as 3!

1. Gatilho: um desejo de mudança

Imagine, por exemplo, que uma empresa anuncie sua internacionalização dentro de 1 ano e você identifique aí uma oportunidade para um salto profissional. Você então conclui que precisará aprimorar uma habilidade a mais, que é: se comunicar em inglês.

Claro que o simples fato de você identificar um gatilho por si só, não é suficiente para que o hábito venha a se desenvolver em você, mas, se essa motivação for forte mesmo você, passará então para a  2ª etapa do loop, que é a:

2. Rotina: a assiduidade

Para desenvolvê-la, você passará a estudar diariamente o novo idioma. No vídeo que fiz sobre a "Única Coisa", alertei você que o hábito só será consolidado após 66 dias de rotina. Até lá você corre riscos e é o que leva muita gente a desistir no meio do caminho. Entretanto, o ciclo ainda não foi fechado. Ele só se estabelece com a terceira etapa que é a:

3. Recompensa: um prazer

Logo que você começa a ter os primeiros resultados com o domínio do novo idioma, irá perceber um maior reconhecimento das pessoas e, claro, novas oportunidades se abrirão. Esta é a recompensa alcançada por ter conseguido completar o ciclo do loop do hábito. Nesse caso, o poder do hábito se efetivou porque você identificou uma forte razão para começar, que é o gatilho, desenvolveu e consolidou uma rotina de práticas ininterruptas de estudos e, passado um período de tempo, começou a receber a recompensa, que motivará você a continuar.

Isso vale para qualquer hábito que você queira adotar. Mas, fique sempre muito atento e respeite as 3 etapas do loop. Lembre-se, você é o único dono de sua própria mente e ao compreender como os hábitos funcionam, dependendo de como irá utilizá-lo, poderá se tornar uma pessoa mais produtiva, mais saudável e até mais feliz.

Vá em frente!

Fonte: Exame.com

Dia Internacional Da Terceira Idade

DiaInternacionalDaTerceiraIdade

Em 1º de outubro, comemora-se o Dia Internacional da Terceira Idade. Uma data especial, destinada a conscientizar a sociedade sobre a importância da promoção e discussão dos direitos e condições de vida nesta fase.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas, até 2050 o mundo contará com mais de dois bilhões de idosos (pessoas com idade igual ou superior a 60 anos). Somente no Brasil, dados do IBGE revelam que os idosos já representam mais de 13% da população, ultrapassando os 26 milhões de pessoas. Com o aumento contínuo de pessoas da terceira idade, nada mais oportuno que nos mobilizarmos para o debate sobre a necessidade de respeitar e garantir, cada vez mais, os direitos dos idosos.

Pensando desta forma, em 2003 fora instituído no ordenamento jurídico brasileiro o Estatuto do Idoso, consolidando, assim, não somente os pressupostos explícitos nos documentos internacionais de proteção dos Direitos Humanos, em especial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, como os princípios norteadores da Constituição Federal de 1988, com destaque no princípio da dignidade da pessoa, sendo-lhe assegurado o direito à vida, saúde, proteção, educação, trabalho, cultura, ao lazer e moradia. Assim, com a evolução da sociedade brasileira e sua legislação, a terceira idade deixou de ser vista apenas como objeto de atenção, ante ao envelhecimento da população, recebendo efetiva prioridade e proteção do estado.
Prova disso, é o que se encontra explícito no artigo 2º do Estatuto do Idoso, o qual salienta que ao indivíduo são garantidos todos os direitos fundamentais inerentes e asseguradas todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.
Contudo, ainda nos dias hoje, e mesmo frente a inúmeras políticas públicas voltadas ao amparo dos idosos, é possível acompanhar inúmeras notícias que demonstram que boa parte da população idosa ainda é marginalizada e abandonada. Muitos são tratados com descaso por inúmeras instituições que não respeitam os benefícios dispostos no Estatuto do Idoso, tais como a prioridade em filas de bancos, supermercados e estacionamento prioritário.
Além destes benefícios, outros são previstos tanto no próprio Estatuto do Idoso, quanto em leis previdenciárias, como a fixação de idades diferenciadas, por exemplo, em se tratando de transporte público gratuito, para fazer jus ao benefício, o idoso ter idade igual ou maior que 65 anos. A mesma idade é exigida para a tramitação preferencial em processos judiciais (Lei n. 10.173/2001).
Em se tratando da Lei de Organização da Assistência Social - LOA (Lei n. 8.742/93), o pagamento de benefício de prestação continuada ao idoso carente e sem renda atinge somente às pessoas com idade igual ou superior a 67 anos.
Além disso, o Estatuto do Idoso além de prever tais benefícios, também repercute em outros ramos do direito, como o direito penal, definindo condutas típicas e quais sanções penais poderão ser aplicadas.
Nesse sentido, nada mais oportuno que nesta data conclamar a sociedade brasileira para refletir sobre como os nossos idosos estão sendo vistos e tratados, principalmente por cada um de nós, e promover o conhecimento da legislação que ampara as pessoas da terceira idade, buscando assegurar o cumprimento dos seus direitos.
 
Fonte: Portal Plena (Mauricio Henrique Beccker, coordenador do curso de Direito da Faculdade Anhanguera de Brasília e Milene Teixeira, professora do curso de Direito da Faculdade Anhanguera de Brasília)