DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2017: COMO JÁ IR SE PREPARANDO

A entrega do Imposto de Renda 2017 só terá início no dia 2 de março, mas já é possível se preparar. O ideal é reunir a papelada o quanto antes e adiantar o preenchimento da declaração através de um rascunho, que fica disponível no site da Receita Federal até o dia 23 de fevereiro.

"Entre os documentos que já podem ser reunidos estão os comprovantes de rendimentos, extratos bancários, recibos de saúde, comprovantes de despesas com educação, dados sobre imóveis, carros e outros bens", destaca a Professora Johelma Galdino, coordenadora do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Estácio.

Para quem declarou IR em 2016, outra dica é recuperar o documento, que pode ajudar no preenchimento de campos como a relação de bens, por exemplo. "O programa da Receita permite a importação de informações do arquivo da declaração anterior, o que evita erros e facilita na hora de confirmar dados e valores", ressalta Johelma.

Para este ano, uma novidade é que os contribuintes brasileiros que quiserem incluir dependentes a partir de 12 anos em sua declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF 2017), terão de registrá-los no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). A norma anterior da Receita Federal era que os dependentes poderiam ser incluídos a partir dos 14 anos e tinham que ter o CPF.

Entre as vantagens de entregar  logo no início do prazo, está a facilidade em corrigir informações ou correr atrás de algum documento faltante antes do fim do prazo para entrega, em 28 de abril. Outro atrativo é a chance de receber a restituição nos primeiros lotes, para quem deduzir o suficiente ao ponto de receber restituição.

Para os que costumam pagar imposto, se adiantar também é vantagem porque pode ajudar na organização das finanças pessoais. "Além de ficar livre do levantamento dos dados necessários para a DIRPF, o contribuinte tem a chance de apurar com antecedência o valor que deverá pagar em 30 de abril", destaca Johelma.

Fonte: Diário do Estado

Riscos do WhatsApp

Nos últimos dias duas noticias circularam em âmbito nacional e trouxeram a mesma lição: devemos ter cuidado com o que postamos nos grupos de WhatsApp. A primeira noticia destacou que uma médica foi imediatamente dispensada do hospital Sírio Libanês após ser constatado que ela foi responsável pelo vazamento de dados sobre o diagnostico da ex-primeira dama Marisa Letícia, ela enviou dados sigilosos do diagnostico da paciente em um grupo de WhatsApp e esses dados foram disseminados para inúmeros outros grupos e outros canais virtuais. A segunda noticia foi sobre uma decisão judicial proferida por um juiz do trabalho que manteve a dispensa por justa causa de um trabalhador que ofendeu o seu próprio empregador em um grupo de WhatsApp.

Os prejuízos quando se compartilha algo problemático em grupo de WhatsApp ou em outros canais virtuais são tão instantâneos quanto a velocidade com que esses conteúdos são disseminados e os resultados de um compartilhamento inadequado podem atingir proporções jamais imaginadas.

No episodio envolvendo o diagnostico de Marisa Letícia, por exemplo, é nítido que um simples post pode ser muito prejudicial para muita gente: a médica partilhou as informações da paciente perdeu o emprego e com apenas 31 anos de idade manchou seu nome profissional e sua carreira; a paciente foi exposta indevidamente e os prejuízos dessa exposição foram consumados pelos familiares dela; o hospital, além de já ter sofrido uma crise de imagem de grande proporção por causa desse episódio, é o responsável civil por indenizar a família da paciente, caso opte por processá-lo pela divulgação de dados sigilosos da paciente.

Da mesma forma, a liberdade de expressão, quando utilizada de maneira desproporcional ou irresponsável, pode resultar em danos para o ofensor, ofendido e também para quem consome esses desabafos desproporcionais, que na maioria das vezes são incompletos ou inverídicos.

Emprego, bom nome, carreira, imagem profissional e relacionamento saudável com familiares, amigos, colegas, clientes, concorrentes, etc têm muito mais valor do que um desabafo desproporcional ou o compartilhamento de algo que servirá apenas para saciar a curiosidade de muitos, mas que violará a honra, imagem, memória, intimidade, privacidade e dignidade de outros. Portanto, devemos pensar bem antes de postar algo na web.

Fonte: O Popular

7 segredos para deixar o seu currículo mais atraente

A dificuldade de ser contratado em meio à crise brasileira tem um efeito incontornável: além de investir como nunca em qualificação, é preciso lançar mão de recursos cada vez mais criativos e sofisticados para se diferenciar da concorrência.

A batalha por um emprego já começa na estratégia de confecção do currículo. A forma e o conteúdo do documento compõem o "cartão de visitas" de um profissional: a depender desses fatores, o recrutador pode eliminá-lo de cara ou resolver chamá-lo para uma entrevista.

Além de uma estrutura adequada, o CV precisa ter certos atrativos para fisgar a atenção do headhunter, estimular uma leitura mais atenta e comunicar rapidamente o potencial do candidato para preencher a vaga.

Recrutadores contam alguns segredos que tornam o documento mais convidativo. Confira a seguir:

1. Transforme parágrafos em listas

Grandes blocos de texto desestimulam a leitura - ainda mais no caso de um recrutador cansado de examinar tantos currículos. Na hora de descrever as atribuições que você teve em cada emprego, troque os parágrafos por listas de frases ou bullet points. Pode parecer só um detalhe, mas esse formato mais "digerível" impedirá que o seu currículo seja descartado simplesmente por parecer cansativo, diz Lucas Nogueira, gerente de divisão da Robert Half.

2. Use fontes clássicas e prefira uma formatação arejada

Steve Jobs dizia que design não é a aparência de uma coisa; é como ela funciona. Currículos não são iPhones, mas também obedecem à máxima do criador da Apple: seu efeito sobre o leitor depende muito do seu visual. Segundo Nogueira, CVs atrativos usam fontes sóbrias e fáceis de ler, como Arial ou Times New Roman. O espaço ideal entre as linhas é de 1,5 e é importante inserir espaços entre os parágrafos para "oxigenar" a página.

3. Diga o máximo possível com poucas palavras

Uma redação clara e concisa é um dos segredos de um currículo atraente. "O texto deve ser o mais enxuto possível, isto é, deve conter uma apresentação resumida das informações mais relevantes sobre você", diz Larissa Meiglin, psicóloga e supervisora de consultoria ao candidato da Catho. Ser objetivo não significa ser lacônico ou impreciso: o ideal é comunicar tudo e apenas o que importa, sem sobrar nem faltar nada.

4. Use palavras-chave da sua área

Ao pegar um currículo nas mãos, o recrutador não faz uma leitura linear, do início ao fim. Sua primeira atitude é percorrer o documento rapidamente com os olhos, por cerca de 10 segundos, em busca de expressões básicas que indiquem o perfil daquele profissional. "É fundamental que o currículo tenha palavras-chave da sua área, como nomes de sistemas, linguagens, projetos e certificados específicos no caso de um profissional de TI, por exemplo", orienta Nogueira. Ao "bater o olho" nesses termos, o avaliador já terá uma idéia de que tipo de profissional você é e poderá se dispor a uma leitura mais atenta.

5. Ponha o mais importante no começo

Outra forma de favorecer uma rápida compreensão do documento é organizar as informações por ordem de relevância, isto é, do mais ao menos pertinente para a vaga em questão. A dica de Luís Fernando Martins, diretor da Hays Response, é usar a primeira página como uma espécie de folha de rosto, na qual deve constar um "mini currículo" com os dados mais importantes sobre a sua formação, experiências, qualificações e diferenciais. Na segunda página, você pode apresentar essas informações com mais detalhes.

6. Mostre algo da sua personalidade

Ao contrário do que muita gente acredita, é perfeitamente aceitável e até recomendável incluir algo sobre as suas atividades extracurriculares no currículo. Pratica natação há vários anos? Participa de uma ONG que planta árvores pela cidade? Criou uma banda de blues? Segundo Martins, vale mencionar essas atividades para mostrar um pouco de quem você é fora do escritório. "Hoje as empresas têm valorizado muito o aspecto comportamental do candidato, então um currículo que traz dados dessa natureza chama bastante atenção", explica. Só evite o autoelogio: falar sobre o seu perfil pessoal é diferente de se descrever como alguém perseverante, dedicado ou criativo , por exemplo.

7. Faça um documento "sob medida"

O segredo definitivo para fazer um currículo atraente é adaptá-lo às expectativas e características específicas do potencial empregador. Quanto mais customizado, melhor. Se a empresa busca um profissional com perfil ligado à gestão de projetos, por exemplo, coloque em evidência todos os cursos e experiências que você já teve na área. Se o empregador é uma startup "descolada", aposte em um layout mais criativo e destaque os seus projetos mais arrojados. "Em vez de mandar um currículo genérico, envie algo que você fez pensando especialmente no estilo e na cultura daquela organização e nas exigências da vaga", orienta Meiglin. "Só isso já é suficiente para colocar um candidato a anos-luz da concorrência".

Fonte: revista Exame

Tenha mais dinheiro seguindo apenas estes cinco passos

Cinco passos para começar 2017 livre de bagunça na vida financeira:

1) Levantar as dívidas e se organizar para quitá-las

Faça um levantamento honesto de todas as suas dívidas, incluindo as com amigos e familiares, que têm um custo emocional alto, apesar de não cobrarem juros. Dê prioridade para arcar com o que você é capaz de pagar no momento.

Se não puder pagar agora, estabeleça um prazo realista. "Conforto emocional é mais importante do que surtar para pagar todas as dívidas de uma vez", esclarece uma educadora financeira. Anote o cronograma em recados na geladeira, no celular ou onde quiser, e cumpra-o rigorosamente.

É importante informar ao credor sobre seu plano de quitar a dívida, como recomenda o educador financeiro Reinaldo Domingos, fundador da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e da DSOP Educação Financeira. Tente renegociar a dívida no banco e fazer um acordo realista. "O pior acordo que você pode fazer é aquele que não pode pagar", orienta. 

2) Diagnosticar ganhos e gastos

Para conseguir poupar, é essencial diagnosticar para onde o seu dinheiro está indo. Existem excessos em todas as famílias e sempre é possível cortar um pouquinho, segundo Domingos. Mas cortar gastos aleatoriamente, sem um diagnóstico apurado, não funciona bem.

Para isso, existem uma infinidade de planilhas, em aplicativos para smartphones ou no Excel, que são extremamente fáceis de usar e eficientes.

O ideal é que você mantenha esse diagnóstico constantemente, e não faça ele apenas uma vez e depois abandone a tarefa. Essa é a melhor forma de ter sua vida financeira sob controle.

3) Planejar seu orçamento financeiro

Planejar um orçamento financeiro é fazer esse diagnóstico dos gastos e ganhos e planejar suas metas e sonhos.

As planilhas de orçamento normalmente têm um espaço para você acrescentar metas e anotações. Pode ser algo simples, como viajar no feriado, ou um plano de longo prazo, como se aposentar com determinada idade.

Também é importante determinar regras para você mesmo de como lidar com o dinheiro. Fuja de tudo que tenha juros, como compras parceladas no cartão de crédito e empréstimos pessoais, como recomenda o professor de finanças da Fipecafi George Sales.

Organize como você pagará suas contas em dia e como realizará seus pagamentos do dia a dia, em dinheiro ou no cartão. Uma dica é agrupar todos pagamentos das contas na mesma data.

4) Correr atrás de novas fontes de renda

Se você já cortou todos os gastos possíveis e mesmo assim o orçamento continua apartado, a solução é procurar fontes alternativas de renda. Às vezes, não é preciso trocar de emprego ou redirecionar a carreira. Dá para encontrar soluções mais simples, como vender coisas usadas ou ganhar uma renda extra fixa em cada mês.

5) Investir para ter uma reserva de emergência e realizar sonhos

Em 2017, especialistas recomendam evitar se descapitalizar e manter o maior valor possível investido. É preciso cautela para encarar a incerteza econômica que está por vir.

"Não é momento para contrair dívidas, e sim para se capitalizar mais", recomenda Domingos. Pode ser uma estratégia aproveitar os juros altos dos investimentos de renda fixa, os mais seguros do mercado. 

Se você ainda não investe em nenhuma aplicação financeira, o primeiro passo é guardar um dinheiro para emergências. A recomendação é ter o equivalente a entre três e seis salários investidos, para caso você perca o emprego ou algum outro imprevisto aconteça.

Para isso, há investimentos tão seguros quanto à poupança, que proporcionam rentabilidade maior. Mas não exija milagres.

Depois de construir a reserva de emergência, invista para realizar sonhos de médio prazo, como uma viagem ou a compra de um carro, e de longo prazo, como a aposentadoria.

Fonte: Revista Veja

O QUE (NÃO) FAZER PARA CONSEGUIR UM EMPREGO

Especialistas em Recursos Humanos dão dicas para se dar bem em um processo seletivo.

Está aberta a melhor época do ano para procurar emprego. De acordo com especialistas, o primeiro trimestre costuma apresentar boas oportunidades para quem busca recolocação profissional ou uma posição melhor. Segundo dados da consultoria Manpower, empresa com especialistas em recrutamento profissional, as grandes empresas possuem maior expectativa de contratação nesse período.

Já que a época é promissora, o melhor é se adiantar às oportunidades. No entanto, a preparação do profissional vai muito além de cursos de capacitação e atualização. Certos comportamentos podem afastar de vez a chance de ocupar aquele tão sonhado cargo de chefia ou liderança. Veja a seguir dez dicas para evitá-los.

1)Crie uma impressão positiva na entrada

De acordo com a especialista em recursos humanos Dilze Percílio, a seleção começa na recepção, antes mesmo de o candidato conversar com o recrutador. "Apesar de não termos câmeras escondidas que monitoram o ambiente, as moças e rapazes da recepção sempre nos avisam como o candidato aguarda até ser chamado.

2)Cuidado com as indicações de padrinhos

Indicação é bom e todo gosta? Nem sempre. Indicar alguém é uma "faca de dois gumes", tanto para quem recomenda. Dilze revela que todo recrutador vai ficar com um pé atrás quando ouvir algo como "você sabe com quem está falando? Sou amigo do fulano ou do beltrano". Se, por um lado, alguém recebe a indicação, por outro tem alguém que recomenda. Em todo caso, ter boas e pertinentes indicações é uma excelente ferramenta profissional. É o famoso networking, a rede de contatos profissionais.

3)Mostre mais do que necessidade

Implorar pela vaga é outra atitude não recomendada. A dica é mostrar que a vaga tem o seu perfil e como você pode ser útil na empresa. Para isso, é fundamental saber quais são as reais demandas do cargo e resgatar a experiência que você tem.

4)Insistir não é um bom caminho

O nervosismo e a ansiedade do candidato na busca por um emprego são naturais. O fato é que, mesmo com a expectativa, ele precisa deixar a empresa trabalhar. A recomendação é segurar a onda e ter inteligência emocional.

5)Rede social é papo sério

Não tenha dúvida de que as empresas estão de olho nas redes sociais em todos os processos de seleção. Primeiramente, a investigação é para encontrar candidatos. Depois, os recrutadores checam se vale a pena ou não chamar a pessoa para a entrevista. Mas o papel mais importante das redes sociais é durante a seleção, momento em que as empresas verificam se os valores do candidato harmonizam com os dela.

6)Pense antes de digitar

Ainda sobre as redes sociais, Dilze adverte que os candidatos não devem entrar em polêmicas ou vestir a camisa de um personagem. A sua realidade na rede social precisa ser condizente com o seu estilo de vida.

Pior do que se envolver em polêmicas nas redes sociais é falar mal do chefe. Não fique detonando a empresa, o chefe e os colegas de trabalho, dando indiretas. Isso é feio e antiético.

7)Prefira as poses mais profissionais

O cuidado especial também vale para o whatsapp, inclusive na foto de perfil do aplicativo, a imagem do perfil deve representar exatamente quem a pessoa é.

8)Não faça currículos por atacado

Se você é daqueles que faz um currículo e sai distribuindo em várias empresas, dificilmente será convocado para uma entrevista. Cada empresa demanda uma necessidade e com currículos idênticos, é difícil destacar o diferencial para as diferentes vagas. Por isso, a recomendação das especialistas é que o currículo cumpra o papel dele: vender o candidato. É por meio daquelas folhas que o nome salta aos olhos do recrutador.

9)A receita para colocar no papel

Na opinião das recrutadoras, uma alta rotatividade na carteira de trabalho não é interessante. Por outro lado, deixar grandes espaços de tempo sem trabalhar também incomoda.

10)Fale menos, ouça mais

É comum que os processos seletivos sejam feitos tanto individualmente quanto em grupos. Se esse for o caso, não adianta ensaiar um personagem, porque a dinâmica desconstrói as máscaras. A dica é ser proativo. O candidato que conhece a empresa e o produto já sai na frente, não custa nada entrar no site da corporação, checar missão, visão e valores.

 

Fonte: revista LDVCA (ludovica)

O uso do celular no ambiente de trabalho

A telefonia móvel trouxe consigo ferramentas facilitadoras da comunicação social. O aplicativo WhatsApp, por exemplo, torna a comunicação social mais barata, rápida e fácil com a troca de mensagens sem cobrar pelo serviço de SMS, utilizando somente o plano de dados de internet.

Essas características fizeram com que o aplicativo se tornasse sucesso de downloads, registrando cerca de 465 milhões de usuários regulares, que chegam a trocar 64 bilhões de mensagens todos os dias. A problemática surge quando essa facilidade não é aproveitada de maneira correta, tornando-se empecilho, no ambiente de trabalho, por exemplo.

O uso excessivo do aparelho celular no trabalho reduz nitidamente o rendimento do profissional e sua produtividade. Por ser objeto de uso pessoal fica difícil para o empregador controlar ou inibir sua utilização durante o expediente. A implementação de cláusula no regulamento interno da empresa que proíba o uso do celular durante o expediente com a devida informação sobre suas eventuais consequências pode resolver o problema. Cabe ao empregador informar o funcionário sobre a nova regra e conscientizá-lo de que a prática pode prejudicá-lo, diminuir seu rendimento e ainda prejudicar a empresa.

Estabelecida a regra e devidamente divulgada cabe ao funcionário se adequar à nova realidade. O descumprimento pode culminar em demissão por justa causa por configurar afronta direta às ordens do empregador, em clara insubordinação.

É evidente que a proibição do uso do celular não pode impedir o contato do funcionário com seus parentes e por esse motivo deve comunicar à família o telefone da empresa onde trabalha, podendo, assim, ser avisado caso algo de urgente aconteça.

Em empresas onde o uso do celular é permitido, medidas simples, como manter o aparelho no silencioso, se afastar em caso de assunto urgente, não atrapalhar os colegas ao atender chamadas, avisar ao chefe se a situação demandar muito tempo falando ao telefone, são essenciais.

Valendo-se dessas precauções, tanto empregadores quanto empregados contribuirão para ambiente mais saudável e eficiente. Ao passo que os acessórios alheios ao horário de expediente vão sendo deixados de lado e o foco fica voltado completamente para a função que eles desempenham, a maior produtividade e rendimento serão garantidos. O bom andamento da empresa reflete positivamente em seus funcionários e essa é medida completamente proveitosa para ambos.

Dicas sobre o uso de celular no ambiente de trabalho

Se sua empresa permite o uso de celular no ambiente de trabalho, confira as dicas de Dayane Castelo especialista em Gestão de Pessoas e outras do Blog da AIEC para evitar problemas.

1 - Mantenha o aparelho no silencioso - O som do seu aparelho pode incomodar e desconcentrar as pessoas em volta. Se for sair da sala, leve-o com você ou desligue-o. O barulho constante da vibração do celular em cima da mesa também pode incomodar.

2 - Não utilize o celular em reuniões - Caso você esteja esperando uma ligação extremamente importante e inadiável, procure informar os colegas presentes na reunião que você poderá precisar se ausentar por uns instantes, pois o motivo é realmente importante. Caso contrário, programe-se para resolver problemas após o horário da reunião.

3 - Evite fotografar ou filmar situações de trabalho - O ambiente de trabalho não deve ser exposto publicamente. Imagens não autorizadas podem trazer sérios problemas.

4 - Evite ligações prolongadas que não são de assuntos da empresa - Trate os assuntos pessoais fora do horário de expediente. 

5 - Evite usar redes sociais e jogos no horário de trabalho - Contenha a sua ansiedade e deixe as mensagens do Whats App, atualizações do Facebook, Twitter, etc., para serem conferidas fora do horário de trabalho. Isso pode atrapalhar muito a sua produtividade. 

6 - Procure aplicativos que possam auxiliar sua produtividade - A última dica nós reservamos para o "lado bom da história". A tecnologia tem ajudado de diversas formas o nosso dia a dia e se soubermos aproveitá-la, não teremos problemas no futuro. 

Fonte: Blog AIEC E Palavra do Leitor

Roupa de trabalho: pode ou não pode?

Atenção aos detalhes podem salvar (ou condenar) seu visual corporativo

Acertar a roupa de trabalho nem sempre é tão simples quanto parece. Uma estampa a mais ou alguns centímetros a menos podem colocar em xeque a sua imagem profissional. Nunca pensou nisso? Então confira as dicas da consultora de imagem Renata Mello para fazer as escolhas certas no guarda-roupa.

8 dicas para acertar na roupa de trabalho

1. As estampas

Em empresas mais formais, o ideal é evitar peças inteiras estampadas ou mesmo a combinação de calça e blusa, as duas peças com estampas. "O melhor é optar por estampas de tamanho pequeno", afirma Renata. Já em empresas mais despojadas, que liberam o uso de bermuda, por exemplo, não há problema algum em usar um vestido estampado.

2. "Menos é menos"

Mesmo que você se sinta poderosa usando uma saia muito curta, uma blusa muito decotada ou um sutiã com uma alcinha linda, que fica aparecendo, essa não é a roupa ideal para ir para a empresa. O mesmo vale para aquela blusinha que deixa a sua barriga aparecendo. "Lembre-se sempre de que a roupa de trabalho é diferente da roupa de final de semana, da que você usa para ficar em casa ou ir para a faculdade", diz Renata. O ideal é que a alcinha tenha de dois a três dedos para, pelo menos, cobrir o sutiã. "O ideal é que ela não seja tão cavada."

3. Rasteirinhas, sim, pero no mucho

Outra dica da consultora é escolher rasteirinhas que não deixem o calcanhar de fora. "Assim elas ficam bem mais adequadas ao ambiente corporativo", explica Renata.

4. Maquiagem

"Não dá, seja qual for a sua função, idade ou tipo de empresa." Ou seja, se você não curte aquela maquiagem toda, uma base leve, um rímel e um batom podem resolver tudo. E, claro, aquela secada básica nas madeixas também.

5. Acessórios

Outra dica da especialista é não exagerar no tamanho dos acessórios e sempre preservar o seu conforto e dos seus colegas. "Se você passa o dia todo digitando, não pode usar uma pulseira que faz barulho e incomoda todo mundo."

6. Camisa polo sim, camiseta não

Segundo Renata, os homens costumam errar menos na roupa de trabalho, mas cometem algumas gafes especialmente no casual day. Sua dica é não usar calças que tenham aquela cara de final de semana e nem camisetas. "O melhor é optar por uma camisa polo" diz ela. Isso, claro, a menos que você trabalhe num ambiente totalmente informal, em que camisetas são praticamente o uniforme da galera.

7. Cores e calores

Também para os homens, a consultora recomenda não utilizar camisas muito escuras em dias muito quentes. "Para os que transpiram muito, o ideal é usar uma regata de algodão por baixo", diz Renata.

8. Relógios discretos

É. Mesmo que o seu seja lindo, se ele for um escândalo, o melhor é passar longe da empresa com ele. Aqui, menos é mais mesmo.

Fonte: Vagas Profissões

Os casos em que o seguro-desemprego é negado

Se alguns requisitos não forem cumpridos, o benefício será negado mesmo se a demissão for sem justa-causa

O seguro-desemprego está previsto na Constituição Federal. Terá direito a receber o auxílio, trabalhador formal e doméstico dispensado sem justa causa; o empregado com contrato de trabalho suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador; o pescador profissional durante o período do defeso (quando a pesca profissional fica proibida); e o trabalhador resgatado da condição semelhante à de escravo.

Contudo, existem alguns requisitos básicos, estabelecidos na Lei n. 7.998/90, que precisam ser cumpridos. Entre outros: cumprimento do período de carência, não possuir renda própria de qualquer natureza suficiente à sua manutenção e de sua família e a comprovação de matrícula e frequência em curso de formação, quando aplicável.

Existem também situações em que o recebimento do auxílio poderá ser suspenso ou cancelado: caso o trabalhador seja admitido em novo emprego, ou comece a receber benefício de prestação continuada (com algumas exceções), se passar a receber outra remuneração resultante de trabalho (ainda que informal), ou mesmo se houver a recusa injustificada por parte do trabalhador desempregado em participar de ações de recolocação de emprego.

Outra hipótese de suspensão, para o trabalhador que estiver recebendo o pagamento por conta de bolsa de qualificação profissional, é se ocorrer à rescisão do contrato de trabalho.

O benefício poderá ainda ser cancelado pela recusa por parte do trabalhador desempregado de outro emprego condizente com sua qualificação registrada ou declarada e com sua remuneração anterior; por comprovação de falsidade na prestação das informações necessárias à habilitação; por comprovação de fraude com o objetivo de receber indevidamente o benefício do seguro-desemprego; e, por fim, nos casos de morte do segurado.

Fonte: revista exame

O que você nunca deve falar numa conversa difícil no trabalho

Se há necessidade de preparação emocional para enfrentar uma conversa, tenha a certeza de que você está no território das conversas difíceis.

Toda conversa em que há divergência entre pontos de vista, percepção de que há algo em jogo e que seja terreno fértil para que emoções aflorem é, por definição, uma conversa difícil.

"Reações emocionais, normalmente, surgem como resposta a sensações de recompensa ou de ameaça. É assim que nosso cérebro funciona. Nesse caso, a pessoa se sente potencialmente ameaçada", diz a especialista Eva Hirsch Pontes.

A dificuldade do diálogo resulta de comportamentos que as pessoas geralmente têm em situações de ameaça: fuga, luta ou congelamento. " São atitudes nocivas para fazer o tema da conversa avançar e, consequentemente, são prejudiciais para o relacionamento", diz Eva.

O melhor jeito de encarar uma conversa difícil

O primeiro passo é entender que apesar de tanto avanço tecnológico, nosso cérebro continua funcionando de modo bastante parecido com o que ocorria em eras primitivas: percepção ameaça versus percepção de recompensa e entrada em modo de sobrevivência quando ameaçado.

"Costumo dizer que em termos de 'hardware', o nosso cérebro não mudou muito da época em que tínhamos que fugir de leões. O que mudou foi o estímulo ameaçador, ou seja, o leão", diz a especialista.

Conversas difíceis são os "leões" que temos que enfrentar hoje. Sob essa lógica fica mais fácil entender que todos estamos sujeitos a nos sentir ameaçados e, no momento em que isso acontece, entramos em modo de proteção.

É justamente a entrada em modo de proteção - a maneira defensiva que resulta em fuga, luta ou congelamento - que se deve evitar, segundo as especialistas consultadas.

"Pense antes no que você espera dessa conversa", recomenda Fernanda. Para ela, antes de começar uma conversa difícil é preciso ter bem clara a transformação pretendida.

 "Sugiro expandir o uso dessa técnica para se preparar para uma conversa difícil, pensando no que você quer e no que não quer que aconteça", diz.

No momento em que perceber que
a conversa está indo em direção ao que você não quer que aconteça, diga que não é essa a intenção e explique, francamente, seu objetivo.

Por fim, esteja aberto a surpresas, afinal não se trata de monólogo. "Tenha consciência de que vai lidar com o inesperado porque é impossível se preparar totalmente para um diálogo", diz Fernanda.

A preparação, lembra Eva, é uma trilha para a conversa e, não, um trilho. Não se esqueça de escutar com atenção o que o outro diz, ao invés de ficar só esperando a sua vez de falar.

Fonte: Revista Exame

COMO CUIDAR DE SUA IMAGEM PESSOAL NO AMBIENTE DE TRABALHO

A imagem pessoal no ambiente de trabalho requer um cuidado especial para quem pretende se destacar e subir na carreira. Mesmo para aqueles que ainda estão em período de estágio ou fazem trabalho temporário, é válido dar atenção à imagem, à postura e aos hábitos dentro da empresa, pois isso pode levar à contratação.

Será que você está sendo um colega de equipe agradável? Será que as pessoas gostam de trabalhar com você? Será que as pessoas enxergam seu sucesso como algo bem-vindo e merecido? Tudo isso pode ser compreendido de acordo com o marketing pessoal que você precisa desenvolver.

RELAÇÕES E COMPORTAMENTO NO AMBIENTE DE TRABALHO

Suas relações e atitudes dentro do ambiente de trabalho são determinantes para a imagem que as pessoas têm de você dentro da empresa. Por isso, é importante que você esteja atento a alguns aspectos do seu modo de tratar as outras pessoas e se relacionar com elas.

Quando for conversar com alguém no trabalho, por exemplo, sempre mantenha um tom agradável, neutro e que não passe nenhuma negatividade. Outro ponto importante é não julgar os outros, pois atitudes como fazer muitas críticas, ironias e fofocas prejudicam bastante o carisma e a relação com os colegas.

A principal dica para que você se saia bem no relacionamento com os profissionais da empresa é: esteja sempre atento aos assuntos que discute. Por exemplo, evite falar de política se souber que pode causar discussões, rompimentos e divisões entre os colegas. Esse equilíbrio realmente garante a você uma base para poder se destacar sem que nada lhe prejudique.

A APARÊNCIA E A IMAGEM PESSOAL NO AMBIENTE DE TRABALHO

Todo mundo sabe que a aparência é um quesito importante para a imagem de um profissional. E isso acontece por vários motivos, principalmente ao fato de que uma aparência bem cuidada demonstra a atenção que a pessoa dá a detalhes, um ponto importante para a imagem pessoal dentro das empresas. Se a pessoa é disciplinada o suficiente para cuidar do cabelo, unhas, barba, roupas, diariamente, dá-se a entender que ela terá este mesmo cuidado com as atividades profissionais que lhe são impostas. Uma boa aparência reflete a natureza cuidadosa e detalhista da pessoa, que não se atém à sua comodidade.

COMO CONSTRUIR UMA IMAGEM PROFISSIONAL

É importante ressaltar que uma boa imagem pessoal no ambiente de trabalho é algo que leva certo tempo para ser construída. Mesmo quando estiver bem estabelecida, qualquer deslize pode prejudicá-la e ter um resultado contrário ao desejado.

Sua imagem não é você, mas como as pessoas o enxergam. Sendo assim, tão importante quanto aprimorar suas habilidades e competências, é deixá-las em evidência para os seus colegas e superiores.

AUTOAVALIAÇÃO

Essa é a ferramenta mais importante para a construção de uma imagem profissional. Primeiro, faça uma lista com suas principais habilidades e competências, sendo justo e sincero. Em seguida, tente refletir sobre quais delas são reconhecidas por quem está ao seu redor. Com as respostas, tente criar formas de evidenciar aquelas pelas quais você é raramente lembrado. Aproveite e use essa metodologia para descobrir quais são os seus pontos de melhoria e invista neles.

COMUNICAÇÃO

Desenvolver uma comunicação assertiva é fundamental para uma boa imagem pessoal e profissional. Essa é uma ótima ferramenta para evidenciar suas habilidades e competências, porém, é importante saber dosar, alguém se só fala de si mostra-se petulante e arrogante. Lembre-se que um diálogo não é um discurso, tão importante quanto ter algo para falar é saber ouvir. Manter contato visual e não se distrair é fundamental para uma comunicação assertiva. Além disso, evite o uso de gírias e palavras de baixo calão no ambiente de trabalho.

O CORPO TAMBÉM FALA

Você não se comunica apenas por meio de palavras, mas pela postura e gestos. Sentar-se de maneira desleixada pode comunicar aos outros que você não dá a devida importância ao trabalho que realiza. Também é bom sempre evitar estar com os braços cruzados.

Fonte: JRM Coaching